O grande pluft.

Seguinte, nossa carga tributária ótima deve ser de 36% do PIB, foi assim que FHC a deixou. E Lula.  É normal, no mundo. Países como o México diminuíram muito sua arrecadação e hoje não há mais México.

A carga brasileira está em 31%, hoje.  A arrecadação federal despencou.

Aqueles 05% tirariam o país da recessão.

Dilma tentou, mas, além de ter sido sabotada, era péssima comunicadora e avessa ao diálogo.

Aqueles mais de 250 bilhões de reais em impostos é que nos fazem muita falta, hoje.

É o montante de nosso déficit e nossa estagnação.

A federação não investe, não gasta e as contas não fecham.

O aumento de impostos será inevitável, sim.

Ou a gente fecha.

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“Os números apresentados pela Receita Federal são os seguintes: a) carga tributária sobre a renda, lucro e ganhos de capital é de 6,4% no Brasil e, em média, de 12,2% na OCDE; b) na folha de salários a tributação é praticamente a mesma, sendo de 9,2% e de 9,8%; c) a carga tributária sobre bens e serviços é de 18,8% no Brasil e de 11,6% na OCDE; d) e, finalmente, a carga tributária sobre a propriedade é de 1,4% no Brasil e de 1,9% na OCDE, sendo que em alguns países importantes ela é muito maior: Reino Unido (4,2%), França (3,9%), Estados Unidos (3,0%).”

O dramático investimento no níquel.

Jacarta – O lucro líquido da mineradora de níquel Vale Indonésia despencou 98% no primeiro semestre deste ano, para US$ 5,52 milhões, de US$ 238,15 milhões no mesmo período do ano passado, enquanto as vendas caíram para US$ 425,38 milhões, de US$ 715,38 milhões. – Veja.

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Até o pré-sal de Sergipe?

Nielmar de Oliveira – Repórter da Agência Brasil

O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) publicou no Diário Oficial da União de hoje (25) autorização para que a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) promova modificações nas áreas de exploração e produção de petróleo selecionadas para oferta nas rodadas de licitações previstas para 2018 e 2019.

As mudanças constantes da Resolução CNPE 16/2017 permitem que a agência possa incluir blocos da Bacia de Sergipe-Alagoas (setores SSEAL-AUP1 e SSEAL-AUP2) e da Bacia de Pernambuco-Paraíba (setor SPEPB-AP3) na 15ª Rodada de Licitações de blocos Exploratórios. As alterações admitem, ainda, na mesma rodada, a inclusão de blocos da Bacia de Campos (setor SC-AP5), excluindo-os da 16ª Rodada de Licitações de blocos exploratórios.

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Onde investir?

A cada alta na Bovespa e me pego perguntando o motivo.

Juros de captação em queda?

Imóveis sem compradores ou inquilinos?

Sim, o mercado corre para renda variável.

E, sim, ações.

Mas estão caras.

Gosto da Ferbasa, há tempos.

Mas suas margens caem.

Portobello, linda ação, suas obras de ampliação terminaram. E sua ação subiu e muito.

Grendene, belíssima. E cara.

Qual ação devo comprar, o que fazer?

Gente, o Brasil está em recessão e não há “espaço” para sair dela.

A agropecuária não nos manterá para sempre.

Bancos subiram muito, mas seu mercado esvai diariamente.

A Vale e o humor chinês e seus sobressaltos.

A China tem muitos pecados a pagar, sua economia é uma zona monumental.

As taxas de juros negativas praticadas pelos EUA e Europa não passam de engodo, empurram a crise com a barriga.

Está difícil, sim, recomendar algo.

Não manteria uma carteira em ações, exclusivamente.

Não!

O que comprar? Imóveis, há muitos com o preço muito abaixo do mercado. Ouro e diamantes. Renda fixa.

Bom, cada caso é um caso, não é bom generalizar.

FERBASA

Fesa

Aumentar a gasolina/diesel? Era tão óbvio.

Maria Lucia Fattorelli, auditora aposentada da Receita Federal e fundadora do movimento Auditoria Cidadã da Dívida, tudo indica que, por trás da medida, esteja a intenção do Banco Central de aumentar a inflação.

“O interesse é turbinar a inflação. Estamos entrando numa deflação por causa da recessão fortíssima, o que é um problema para o Banco Central, que quer continuar pagando os juros abusivos e justificar a taxa de juros alta para controlar a inflação”, diz. “Essa crise está desmascarando isso. O BC quer um motivo para aumentar a inflação e para isso não tem coisa melhor do que aumentar o combustível, que traz o aumento de tudo em cascata.” De acordo com ela, uma inflação em queda muito acentuada causa problemas na atualização monetária paralela que é feita da dívida.

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A arrecadação de impostos, através do aumento do Pis/Cofins nos combustíveis, será um “nada”.

Nosso problema é muito maior e não é de difícil solução.

Mas quem quer resolver algo?

O “governo” quer evitar nova deflação, apenas.

Os bancos agradecem.

Excelente papel para médio prazo.

Pouco depois de investir R$ 8,5 bilhões para colocar em operação uma fábrica de celulose, inaugurada no ano passado, a Klabin já se prepara para uma nova rodada bilionária de crescimento. Até meados do ano que vem, a companhia planeja estar pronta para apresentar ao conselho de administração projetos que, juntos, vão adicionar mais 1,5 milhão de toneladas por ano em capacidade de produção – desta vez de papel kraftliner, cartão e celulose do tipo fluff.

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Toda inversão de grande porte impacta a margem de lucro no curto prazo.

Klabin precisou investir. Mal colhe o retorno e nova necessidade de investimento. É um mercado bastante dinâmico.

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A situação do revendedor.

Procon de Porto Alegre irá notificar postos de gasolina que aumentarem preços imediatamente.

Já tive posto de gasolina e um dos problemas era este.

Comprei 50 mil litros de gasolina por, vamos supor, R$ 50 mil reais.

Minha margem de lucro, bruta, é de R$ 4.500, 00.

Bruta, pois a líquida será de R$ 2.000,00, posto não é uma fábrica de dinheiro.

Vendo os 50 mil litros e terei R$ 52.000,00.

O preço sobe em 10% e terei que repor meu estoque não mais por R$ 50.000,00, mas por R$ 55.000,00.

Tinha 50 mil litros, vendi por 52.000,00 líquidos e recomprarei por R$ 55.000,00?

Quem ganhou, eu?

Nos EUA, à cada aumento (diminuição) no preço do petróleo, o reajuste é imediato.

É uma cadeia de eventos, o distribuidor paga mais (menos), o posto paga mais (menos) e o cliente também.

Não é crível ser diferente.

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O regresso dos Barões Ladrões

John D. Rockefeller (1901)

Tempos difíceis para os defensores do livre mercado e da livre concorrência: um estudo publicado pela Universidade de Cambridge e financiado pelo Conselho Europeu de Investigação, mostra que a retórica do mercado livre, com a famosa “mão invisível” que tudo regula e a concorrência que beneficia o consumidor, não mora por aqui.
Segundo este estudo, 40% das empresas listadas na Bolsa de Valores dos Estados Unidos são controladas por apenas três sujeitos: os fundos BlackRock, Vanguard e State Street.
Estes fundos  têm ativos com um valor total de 11 milhões de milhões de Dólares (11 trilhões), três vezes mais do que todos os outros fundos em conjunto.
Segundo o estudo, estas enorme concentração de recursos económicos pode ter um poder oculto para influenciar de forma poderosa toda a economia dos EUA e dobrá-lo para os seus próprios interesses.
“Pode ter um poder oculto”. Escreveram mesmo isso. Tens três empresas contra as quais não podes mexer um dedo porque arriscas que te ponham as Bolsas do planeta de pernas para o ar só porque sim, e estes escrevem “pode”. É precisa paciência. E muita.
O estudo permanece interessante porque demonstra como a crise que eclodiu em 2008 teve como efeito a criação duma nova forma de Capitalismo, muito parecido com as práticas dos Robber Barons (“Barões Ladrões”) do século XIX.
No final dos anos 1800, o termo era utilizado para se referir aos empresários que exploravam práticas de exploração para acumular fortunas. Essas práticas incluíam:

  • controlar recursos nacionais
  • acumular altos níveis de influência no governo
  • pagar salários extremamente baixos
  • esmagar a concorrência através da aquisição de rivais
  • tentar criar monopólios (para aumentar os preços)
  • criar esquemas para vender ações a preços inflacionados para depois destruir as empresas em nome das quais as acções tinham sido emitidas, causando o empobrecimento dos investidores.

Apenas alguns nomes?

  • John Jacob Astor I (imobiliário) – New York
  • Andrew Carnegie (aço) – Pittsburgh e New York
  • James Buchanan Duke (tabaco) – Durham, North Carolina
  • James Fisk (finança) – New York
  • Henry Clay Frick (aço) – Pittsburgh e New York
  • Andrew W. Mellon (finança, petróleo) – Pittsburgh
  • J. P. Morgan (finança) – New York
  • John D. Rockefeller (petróleo) – Cleveland, New York
  • Charles M. Schwab (aço) – Pittsburgh e New York
  • Leland Stanford (comboios) – Califórnia
  • Cornelius Vanderbilt (transportes marítimos, comboios) – New York

Se calhar alguns apelidos são familiares…
A História se repete? Sim, mas com alguns detalhes alterados, pois a vida hoje corre de forma diferente, a tecnologia evoluiu: o poder aprendeu a globalizar-se e a sua influência encontrou novas vias para actuar.

A paulatina destruição de nossa soberania.

Engenheiros, médicos, estudantes de Ciências Exatas, esposas (elas existem), bancários, funcionários públicos, todos facilmente hipnotizáveis pela mídia desde 1965.

50 anos de Hipnose Coletiva.

Que ninguém creia que a Time/Life fundou a GLOBO por amor.

Petrobras faz Ibovespa cair.

E o preço do petróleo, com as novas “diretrizes” da Petrobrás, fez a Petrobras cair.

Aliado ao “beta” da ação nos EUA, ou sobe mais ou cai mais que suas concorrentes.

Ainda concorrentes.

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