Milk 11

Caiu, despencou, arrepiou!

Mas….. é ação?

Nem isso é, é um derivativo de uma empresa sediada em Bermudas… vixe!!!!!!!!!!!!!!

Tem gente que gosta de riscos e se dá bem… mas é coisa para poucos.

Não é?

Livre comércio????

O Brasil foi autorizado em dezembro passado pela OMC a aplicar medidas compensatórias contra os Estados Unidos de US$ 830 milhões ao ano devido aos subsídios americanos à produção de algodão.

Onde????

Vergonhoso, OMC serve para nada, na opinião do Eua e Europa.

Donos do mundo, aceita quem quer.

Bom.

Íntegra da entrevista com o economista Luiz Carlos Bresser-Pereira (CartaCapital/Edição 586) – Parte 4
CC: E como o senhor vê a discussão no Brasil em torno da valorização do real?
LCBP: O equívoco da ortodoxia é absoluto. Estamos hoje com uma taxa de câmbio inferior à do equilíbrio corrente, entrando naquela área de déficit em conta corrente, quando devíamos estar muito acima, na área do equilíbrio industrial. Então há uma enorme sobreapreciação da taxa de câmbio no Brasil. Se ela não existisse, o Brasil estaria crescendo mais de 7% ao ano, tranquilamente. O Brasil só cresceu 5% nos últimos quatro anos, com exceção de 2009, graças ao mercado interno.
CC: Como o senhor avaliou a criação do IOF de 2% sobre o capital estrangeiro?
LCBP: O IOF foi uma maravilha. Como se administra a taxa de câmbio? Além do imposto para a doença holandesa, eu posso precisar administrar a volatilidade da taxa de câmbio, especialmente quando começa a entrar capital demais. E estamos recebendo capital de que não precisávamos de jeito nenhum, estamos inundados de capital. Então a solução é o controle de capital, que tinha virado nome feio. Controle de capital e proxenitismo eram mais ou menos sinônimos, como, por sinal, o desenvolvimentismo.
Então o Guido teve muita coragem, que fique bem declarado isso, e decidiu fazer um controle de capital, modesto, pequeno, mas que foi uma beleza. A taxa de câmbio já estava em 1,70 e indo para baixo, e até subiu um pouco. Então não estamos mais ao ‘deus-dará’. Outra coisa que se faz, e já estamos fazendo há tempo, é comprar reservas e esterilizar, mas isso tem geralmente uma capacidade limitada.
CC: No caso do pré-sal, economistas do governo e alguns ligados ao Serra sugerem a criação de um fundo soberano. O senhor concorda com a ideia?
LCBP: É claro que vamos precisar de um fundo soberano. Não precisaremos do imposto de 98% dos Emirados Árabes. Com isso, eles têm uma taxa de câmbio perfeitamente neutralizada, correta, que lhes permite ter uma indústria do turismo, que é um setor tradable, e curiosamente estão se desenvolvendo. O único país árabe que se desenvolve, com essa taxa de imposto brutal.
Como o nosso custo de exploração do petróleo é muito mais alto, não precisaremos de uma taxa tão alta. Mas de qualquer forma vamos precisar de um imposto alto. E não devemos gastar todo esse imposto no Brasil, devemos deixar uma parte no exterior, em um fundo soberano, sem dúvida.
CC: O senhor havia mencionado a relação entre salários e produtividade. O senhor poderia falar mais a respeito?
LCBP: O peso dessa relação é muito importante. Um país grande como o Brasil não pode se desenvolver apenas com as exportações. É preciso se voltar para o mercado interno. E a tendência de os salários crescerem menos que a produtividade cria problemas ao tirar demanda. Claro que existem soluções para isso, tenho até um livro sobre isso dos anos 70 e muita gente também escreveu. Eu tratava da concentração da renda na classe média para cima e da especialização em produtos que naquela época eram de luxo, fundamentalmente a indústria automobilística.
E qual era a tese ortodoxa? Dizia-se que não era possível aumentar o salário-mínimo porque causaria inflação, quebraria o Estado. E não quebrou coisa nenhuma. O Fernando Henrique aumentou um pouco, e o Lula aumentou bastante. E vamos reconhecer que foi um grande sucesso essa política. Como o Celso Furtado cansou de escrever, os sindicatos foram fundamentais no desenvolvimento econômico porque têm um papel de aumentar salários. O perigo é quando os salários crescem acima da produtividade, aí os lucros são estrangulados.
A lei fundamental do capitalismo é que os empresários precisam ter boas oportunidades de investimento lucrativo. Eles têm de ter demanda para terem isso. Então precisam de demanda interna e também de uma taxa de câmbio. Esta é a lógica completa do sistema.

Uma frase.

"Em matéria de economia política, o Brasil ainda está na era de Adam Smith, de Ricardo e de List, para só citar os clássicos. É por isto que reina entre nós a preocupação das indústrias chamadas fictícias e é por este motivo que a juta dá margem a intermináveis debates nem sempre escoimados de paixão, mas invariavelmente eivados de ignorância."
( Edgard Carone )

Uma briga necessária.

05/03/2010 16:21:12

Delfim Netto

É correta a posição do nosso governo de preparar medidas de retaliação nos negócios da área de patentes, devido à negativa do governo americano em retirar os subsídios aos seus produtores de algodão. Os Estados Unidos simplesmente se recusam a acatar a decisão da Organização Mundial do Comércio (OMC) no julgamento da queixa suscitada pelo Brasil, com a adesão de vários outros países produtores. Eles são submetidos à competição desigual de preços do algodão americano no mercado mundial. Além do prejuízo nas exportações, a indústria têxtil dos países sofre com a concorrência da manufatura subsidiada. 
É uma situação de desigualdade que se sustenta há mais de cinco décadas, cuja correção vem sendo reivindicada pelos concorrentes produtores e pelos consumidores desde os tempos do antigo Gatt, o Acordo Geral de Tarifas e Comércio, que antecedeu a atual OMC. Durante esse período, foram poucos os países, como o Brasil, que lograram manter uma produção regular de algodão. 
O setor cujos negócios foram selecionados para a retaliação não podia ter sido mais bem escolhido, porque atinge o fígado do establishment americano, particularmente sensível nas questões relacionadas com a reserva de patentes, direitos autorais, com a propriedade intelectual e outros temas correlatos.
Os brasileiros, especialmente os produtores de algodão, têm razão em se indignar com a teimosia americana em descumprir acintosamente os termos do acordo internacional sobre o comércio que eles subscreveram como todos os demais. Trata-se de uma demonstração de prepotência. Para os americanos, a sua lei pretere todas as demais leis do universo. Vencidos no julgamento, terão, porém, de se haver com uma negociação, e o Brasil preparou seus trunfos. 
No início desta semana, na conversa que habitualmente mantemos durante o programa matinal das segundas-feiras, no Jornal Gente da Rádio Bandeirantes, o companheiro Salomão Esper levantou essa questão. Ele observou que, afinal, a OMC é o fórum adequado para dirimir as disputas no comércio internacional e corre o risco de ser desprestigiada. 
É algo intolerável que, tendo decidido o litígio a nosso favor, um membro da comunidade se recuse a aceitar o resultado. E mais ainda, havendo essas decisões por força de lei no âmbito internacional, por que o Brasil terá de se mobilizar para negociar o cumprimento daquilo que passou a ser um direito adquirido? Os Estados Unidos detêm exclusivamente o privilégio da desobediência, e fica por isso mesmo? 
Não foi por prazer nem por bravata que escolhemos comprar briga com os Estados Unidos. O objetivo é levá-los a negociar a retirada dos subsídios, porque eles não podem ser mais utilizados em benefício de seu setor algodoeiro. Os subsídios terão de acabar mesmo.
A retaliação produz estragos em ambos os lados, mas não tínhamos alternativa, depois de vencer a disputa no tribunal da OMC. O que acredito apressará uma solução é o fato de o alvo da retaliação ser realmente sensível, a área de criação, de inovação. Temos condições de ter sucesso, pois não há empresário inovador americano que possa se manter indiferente a esse tipo de ameaça real ao uso de suas patentes. Serão nossos aliados no processo. 
O que vai acontecer é que os poderosíssimos lobbies dos setores-alvo da retaliação terão de vencer os lobbies dos algodoeiros e convencer os congressistas de que não há mais condições de manter os escandalosos subsídios à produção e comércio do algodão. Poderão resistir ao cumprimento das leis durante algum tempo, mas os prejuízos acumulados os obrigarão a encontrar a forma de terminar os subsídios, porque a decisão terá de ser cumprida. 
A retaliação não é o melhor instrumento, não é uma coisa saudável, envolve setores que nada teriam a ver com essa briga. Ao Brasil, contudo, não restou outro caminho, após esgotado todo o arsenal de argumentos ao longo de várias décadas na tentativa de convencer os Estados Unidos a programarem uma retirada ordenada dos subsídios. 
Com sua sustentação, eles retardaram o desenvolvimento mundial da produção algodoeira e da indústria de fiação e tecelagem, além do vestuário, notadamente nos países mais pobres.

Delfim Netto

E há pessoas que juram de pés juntos que Eua e Brasil são amigos de fé!

Nunca foram!

EUA é amigo dos EUA e…………….  olhe lá!

Juro real sobe no 4º aperto de Lula.

As indicações são de que o BC pode elevar gradualmente a Selic dos atuais 8,75% para 11,25% até o fim do ano. Comparativamente à meta de inflação de 4,5%, isso dá um juro real de 6,46%. Trata-se de taxa que faz ter saudade do recorde de baixa do juro real, os 4,62% do dia 17 de julho de 2009. Mas está bem distante das taxas "históricas". No quadriênio de 95 a 98, a Selic real média foi de 22%. E entre 99 e 2007, de 10%.Política monetária: Piso de 4,6% não se sustenta e taxa volta a ser a maior do mundo.

Pois é, a notícia é mentirosa.

Se é a maior, não, não é.

Se é, hoje, a menor taxa de juros desde 1986, quando o Brasil quebrou (!!!), isso é!

Mas o jornaleco, que não é jornaleco, é outra coisa, mente.

Projeta os juros que quer e faz sua manchete.

E tem bobo que acredita!

Bobo???

Muitos.

Coisa maluca!

Impostos das empresas.

O levantamento apontou também que, nos países dessa região, 61% das receitas fiscais são decorrentes das empresas, enquanto nos países mais desenvolvidos, as empresas contribuem apenas com 25% da receita total.

Apesar da elevada carga tributária (????) as receitas fiscais na América Latina e Caribe representam apenas 17% do PIB (Produto Interno Bruto), enquanto nos Estados Unidos o percentual é de 27%, e de 36% nos países industrializados.

Mas, se aqui é elevada, nos Eua e Europa… é elevadíssima???

Doideira!

Enfim, quem paga imposto no Brasil é o assalariado, sempre!!!!!

 

Mercado de câmbio reage a desemprego dos EUA e à fala de Mantega

SÃO PAULO – Um resultado melhor que o esperado do mercado de trabalho americano em fevereiro e novas declarações do ministro da Fazenda, Guido Mantega, a respeito do câmbio estão refletindo nos negócios desta sexta-feira.

O Departamento do Trabalho dos Estados Unidos revelou hoje que a economia do país perdeu 36 mil postos de trabalho no mês passado, número melhor que o esperado por alguns economistas. Em janeiro, a economia americana havia registrado corte de 26 mil postos de trabalho.

A taxa de desemprego permaneceu em 9,7% nos Estados Unidos no mês passado, mesmo nível registrado na abertura de 2010.

No Brasil, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que, depois de ter decidido taxar o capital estrangeiro no mercado de capital no ano passado, o governo ainda dispõe de medidas que poderão ser tomadas, “uma vez que parte da valorização se dá no mercado futuro”.

Com mínima de R$ 1,779 e máxima de R$ 1,791, há pouco, o dólar comercial recuava 0,44%, transacionado a R$ 1,782 na compra e a R$ 1,784 na venda. Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F), a divisa cai 0,44%, a R$ 1,7895. Ontem, a divisa americana subiu 0,11%, saindo a R$ 1,790 na compra e R$ 1,792 na venda.

“O real vinha se valorizando forte depois dos dados do Payroll e depois desacelerou com a fala de Mantega sobre novas medidas de intervenção no mercado, o que deu um susto momentâneo”, comentou o operador de câmbio da Brascan Gestão de Ativos, Marco Antonio Azevedo.
(Beatriz Cutait | Valor)

Demo cracia, no mundo.

Pois é, os juros são inatacáveis… o resto é que importa, ou seja, a fumaça.

Li um "trabalho" da Funcex sobre câmbio… diz que a Teka, que a Eliane Revestimentos e … ahhhhh, não dá!!!!!!

Só com o dólar em 10 reau é que a gente consegue competir com os China e Índia na praia deles!

E o resto, como fica????

Diz Nassif, que não publica: Você está publicando comentários rápido demais. Mais devagar……………… e não publica…..  Tá…..

Democracia é assim, sem comentários.

Aprendi!

Recalls ao redor do mundo nos últimos seis meses.

Quase 12 milhões de veículos foram alvo de chamados no mundo para ajuste de defeitos.

Toyota - Pedais de aceleração e sistema de freios – 8,5 milhões – EUA, CAnadá. México, África do Sul, Europa e Oriente Médio
GM - Direção hidráulica – 1,3 milhões – EUA Canadá e México
Honda - Vidros elétricos, Airbag – 1,083 milhão – Reino Unido, EUA, Ásia, América Latina
Suzuki - Ar condicionado – 432,37 mil – Japão
Volkswagen - Modelos Gol e Voyage: Problemas nas rodas traseiras – 200 mil – Brasil
Peugeot, Citroen - Farol e pedal de aceleração – 110,7 mil – Europa e Brasil
Nissan - Problemas nos cabos elétricos conectados aos motores – 78,41mil – Japão
Daihatsu - Airbag – 47,30 mil – no mundo inteiro em 4 modelos
Hyundai - Falha de fechamento nas portas traseiras – 60,77mil – Correia do Sul e EUA
Ford - Sistema de freio de carros híbridos – 17,6mil – EUA
GM - Cano de combustível – 4 mil – Correia do Sul

Volvo - cinto de segurança do motorista e passageiro – 1,62 mil – Modelo XC60 no mundo, 322 unidades no Brasil.