E o dólar segurou.

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A queda seria forte, bastante forte. A arbitragem segurou.

Mesmo com a queda da Selic nossa taxa de juros existe e é forte.

Nosso P/E é diferente.

Não há como comparar com EUA ou Europa, suas taxas são negativas.


dólar

ibov

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E o Brasil?

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Destrói sua indústria civil.

Abre as portas para o mundo, empresas estatais são vendidas como “brindes”.

Sem renda, sem empregos (temporários, avulsos?), sem investimento, sem demanda.

– Mas o mercado quer!

O mercado quer hoje.

E o “hoje” já não tem muito a oferecer.

E agora, José?

Carlos, Antônio, Pedro, Ricardo!

E agora?


bov

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O que foi bem?

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Capturar

Agropecuária?

O Produto Interno Bruto (PIB) da agropecuária caiu 3%, puxado para baixo pelo fim de safra de soja, produto de maior relevância na produção de grãos do país, e pela expectativa de menor produção de cana-de-açúcar (Valor).

Exportação?

Por inação do mercado interno e um câmbio saudável?

Importação?

De janeiro a outubro, compras de bens de capital caíram 15,5%. – MDIC – Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

Cresceram os gastos, principalmente, com combustíveis e lubrificantes (50%), químicos orgânicos e inorgânicos (21,5%), veículos automóveis e partes (20,9%), equipamentos eletroeletrônicos (19,1%). UOL.

Consumo das famílias?

A queda da inflação e das taxas de juros, aliadas à redução, ainda que lenta, do desemprego, explicam as altas no consumo. A liberação do dinheiro de contas inativas do FGTS à população ajudou na melhora principalmente no segundo trimestre deste ano. – UOL.

É evidente, o Brasil depende de um clima favorável que sustente nossa taxa de inflação e nossa exportação. Pressão de demanda, com a ociosidade industrial, nula. Por serviços, com a nova legislação trabalhista? As empresas buscarão minimizar despesas, o impacto no mercado/renda deverá ser conturbado. Consumo das famílias, já sem o FGTS, estável. No máximo.

Investimentos (e não aquisição de empresas nacionais, é resultado zero) externos, quase nada. Investimentos do governo, congelados por lei. Nenhum. Como é propulsor, o Investimento privado deverá acompanhar.

O Brasil de 2018 será uma incógnita.

Ruim, péssimo ou estável?

Ou o caos?




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