Nem o Banespa, Vale, Cesp….

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‘Serra nunca falou em privatizar o BB e a Petrobrás’.

Integrante do núcleo da campanha tucana, cacique do DEM reclama dos ataques do presidente Lula e das ‘mentiras’ sobre intenção do candidato do PSDB de vender estatais.

A “defesa” do Serra, nos fóruns, é patética!

É como defender Berlusconi, na Itália.

Além de patética, pueril.

Um Facebook politico da sociedade latina, tão covarde, tão contente, tão humilhada!

“Sou Serra”

Mas ele não é VOCÊ!

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O problema é teu, MULHER!

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A interrupção da gravidez provocada  – sem ser a espontânea ou por motivos médicos – é um dos procedimentos que mais ocupa leitos dos serviços públicos e privados na área de saúde da mulher.

Nos seis meses primeiros meses de 2010 foram 54.339 internações por este tipo de ocorrência, uma média de 12 casos por hora.

Internações por aborto superam a soma de tratamentos para câncer de mama e útero

Os números registrados entre janeiro e julho são 41% superiores à soma de internações por câncer de mama e câncer de colo do útero (38.532), duas doenças consideradas pelos governos federais, estaduais e municipais como grandes desafios de assistência ao sexo feminino.

O assunto saiu do anonimato diário de muitas mulheres para virar tema político. Neste segundo turno das eleição presidencial, José Serra (PSDB) e Dilma Roussef (PT) pautaram suas agendas para falar sobre – ou evitar – o tema.

Não é???

Reze, então!

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Querem te vender……. novamente.

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Igor Fuser: O projeto entreguista de Serra para o pré-sal

Com ilustração oferecida pelo leitor Fabiano (José Serra, na revista Veja, quando vendia estatais “em alta velocidade”, no Ministério do Planejamento)

O projeto entreguista de Serra para o pré-sal

O assanhamento dos tucanos chega ao ponto de David Zylbersztajn, ex-genro de FHC que assessora ao mesmo tempo a campanha de José Serra e multinacionais de energia, inserir uma informação falsa no elogio ao regime das concessões, adotado quando era presidente da Agência Nacional do Petróleo. Os lobbies conservadores e anti-nacionais reunidos em torno da candidatura de José Serra à presidência já se atrevem a defender sem disfarces um retorno ao entreguismo que marcou a gestão do petróleo brasileiro nos oito anos do governo de Fernando Henrique Cardoso. O artigo é de Igor Fuser.

Igor Fuser, na Carta Maior

No embalo do segundo turno, os lobbies conservadores e anti-nacionais reunidos em torno da candidatura de José Serra à presidência já se atrevem a defender sem disfarces um retorno ao entreguismo que marcou a gestão do petróleo brasileiro nos oito anos do governo de Fernando Henrique Cardoso (FHC). Eles querem a abertura irrestrita das fabulosas reservas do pré-sal brasileiro, a maior descoberta petrolífera dos últimos trinta anos no mundo inteiro, à voracidade das empresas multinacionais. O assanhamento é tanto que, em entrevista ao jornal Valor, David Zylbersztajn, “assessor técnico” da campanha de Serra para a área de energia, distorceu completamente a realidade dos fatos com um grosseiro erro de informação ao defender que, num eventual governo demo-tucano, a exploração do pré-sal ocorra nos marcos do atual regime de concessões, em escandaloso benefício do capital transnacional.

O argumento apresentado por Zylbersztajn, ex-genro de FHC e presidente da Agência Nacional do Petróleo (ANP) quando se realizou o primeiro leilão de reservas brasileiras entregues ao capital estrangeiro, em 1999, tem como foco uma questão contábil. De acordo com ele, o atual regime de concessões é melhor que o de partilha porque que o governo recebe antecipadamente o dinheiro referente ao bônus de assinatura, quantia cobrada às empresas em troca do direito de explorar as reservas. “No sistema de partilha, você só vai receber lá na frente”, alegou. “Depois de ter descontado o que gastou com o campo, vai receber sua parte em óleo, que vai ter que ser vendido. Isso só vai gerar alguma coisa lá na frente. Enquanto hoje, se licitar um campo, o governo coloca dinheiro no Tesouro hoje mesmo”, disse.

Uma simples consulta ao Projeto de Lei 5.938, que cria o regime de partilha, é suficiente para revelar a falsidade do raciocínio apresentado por Zylbersztajn contra o regime de partilha. No seu capítulo II, parágrafo XII, o projeto do atual governo (FHC) afirma textualmente que o bônus de assinatura é “um valor fixo devido à União pelo contratado, a ser pago no ato da celebração e nos termos do respeito do contrato de partilha da produção”. Essa norma é reiterada mais adiante, no capítulo V, parágrafo II, que trata dos editais de licitação. Como se pode conceber que um especialista ignore uma regra formulada em termos tão claros?

Tá barato, hein?????

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Petrobrás estatal??????

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"Se não há, ela gerou a sinalização de que a Petrobrás fica mais estatal do que antes e esse não é um bom sinal para o mercado."

Olha, dexa eu dizê um troxo?????

E daí se o sinal para o mercado é bom ou não????

A Petrobrás nunca precisou do "mercado" para seus investimentos e, quando precisou, ele fugiu!

Boa tacada do sapo, excelente para o seu cliente, o Brasil!

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Tua vida vai mudar!

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Um homem honesto, segundo Daniel Dantas e Nagi Nahas.

Um empreendedor, um governador de virtudes…. muitas.

Um homem probo, com uma família … idem!

O inventor da versão de invenção dos genéricos.

Um puro, naturalista, humanista, a favor dos gays, do casamento, do ESTADO!

SERRA!

Com ele, tua VIDA vai mudar!

OUSE MAIS!

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