Medo.

Mercado com medo… muita coisa com stop automático.

Sobe um pouco e os computadores fazem o resto.

É preciso saber esperar.

O Papel do Estado na Economia

Aos poucos, contando com a participação dos amigos, proponho a reflexão sobre o papel do Estado na economia. Para tal, lanço hoje um breve texto de introdução ao assunto que será seguido por outros aprofundando minha opiniao sobre o tema.

O papel do Estado na economia é resultado de uma equação envolvendo inúmeras variáveis que devem manter-se em perfeito equilíbrio. Muitas vezes, as variáveis não são todas conhecidas pela população em geral, ficando restritas aos postos de tomada de decisão no governo. Analogamente, pode ser feita a comparação com o corpo humano: todos os órgãos integrados, harmônicos e interdependentes. Essa é a visão que influenciou o trabalho de Montesquieu há algumas centenas de anos, durante o período do Renascimento. Uma era de grande produção intelectual e inovações pela qual passou a civilização humana onde, dentre tantos pensadores, destaco seu trabalho sobre a tripartição dos poderes.

O poder nas mãos de um monarca é instável e submetido às vontades de uma pessoa apenas, sem a participação do povo. Assim, a distribuição de poder, pensou ele, traria maior estabilidade e justiça. É o modelo que vivenciamos hoje: executivo, legislativo e judiciário, harmônicos entre si e todos atuando em mesmo nível de hierarquia. Um sistema perfeito na teoria, mas que na prática pouco construiu nos últimos 300 anos em termos de justiça social e distribuição de riqueza. Desse distanciamento entre a teoria e a prática, suscitam-se indagações e, talvez, a mais pertinente e objetiva delas: em que teria se equivocado Montesquieu?

Desculpando-me pelo atrevimento de apontar imperfeições na teoria do filósofo, a realidade nos obriga a explorar seu trabalho com ferramentas atuais e objetivas, tendo a situação humana e em especial de nosso país como elemento base dessa análise. Para tal, focarei a os argumentos no papel do Estado na economia, tendo em vista que as decisões políticas influenciam ou até mesmo determinam as decisões econômicas.

A imagem de Estado é a oriunda do contexto em que vivemos onde o rosto do sistema democrático é o poder executivo, estando, no imaginário popular, os outros dois poderes subordinados a este. Assim, tem-se que todo poder se concentra nas mãos do presidente, tal como aquele poder usurpado por um monarca, sujeito a quase nenhum controle senão o da aprovação popular. Desse suposto consenso temos a origem de incontáveis dilemas que são diariamente reforçados pela mídia oportunista tupiniquim: gastos públicos exagerados, preço da gasolina, demissões na Embraer, inchaço do funcionalismo público, etc. Todos esses exemplos breves constituem a base de mitos contra os quais luta o poder executivo diariamente. A governabilidade dentro de um sistema regido pela mídia mal intencionada e por um povo desinformado é difícil, senão impossível.

Desse confronto, destaca-se hoje o papel do Estado moderno na economia, tendo em vista a grave crise econômica enfrentada pelo mundo e também pelo Brasil. É, novamente, uma questão crucial e de equilíbrio tênue, pois muita regulação ou pouca acarreta vícios que virão a sanear-se somente por intermédio de crises cíclicas. Assim, a crise enfrentada é o resultado de décadas de intromissão estatal no mercado, assim como omissões pontuais graves. O exemplo desse modelo dualístico é representado pelo governo americano.



Obama: o orçamento e a guerra

Como dizem por lá:
“o novo chefe está cada vez mais parecido com o antigo chefe.”

“According to the US defense officials, Obama needs USD 75.5 billion for 2009 to cover the cost of the additional troops deployed in to Afghanistan this year and an another USD 130 billion for the rest of fiscal 2009,” reports Press TV.

An additional $534 billion is required for the Defense Department, added to another figure of $65.9 billion that has already been approved by Congress, bringing the total figure to over $805 billion dollars.

Inquietos!

Com o barril do petróleo cotado há pelo menos quatro meses abaixo de US$ 50 no mercado internacional, os consumidores brasileiros começam a se inquietar com a falta de sinais de redução de preços dos combustíveis.

É verdade, não se fala de outra coisa nos restaurantes do Leblon!

Vamos fazer um panelaço!

Ainda estamos pensando…. de lagostas???

Alta, hoje?

Depois do FED, nada mais natural.

Não quis comentar, não quero criar obrigação.

Não sei quanto dura, comprei bola de cristal chinesa.

Pluft.

Embraer.

Leio opiniões dos leitores em jornais, poucas por e-mail, o blog não foi divulgado.

Será!

O pessoal confunde muito as coisas… o governo deveria fazer… e montar e…… e.

E…… Embraer não é do Governo, foi vendida.

Como se eu chegasse na TUA empresa e começasse a dizer.. tá errado.. mude a agência de publicidade, o gerente financeiro, o mix… já!

Embraer não é do Brasil, é uma empresa privada como outra qualquer. E ainda mais do que uma qualquer, seu bloco de controle é de um fundo de ações americano.

Há uma coisa chamada LEI.

O Governo não está acima da lei.

Puxa, é tão simples.