Algumas subiram.

O Pimon não gosta de nenhuma ação!

Posted on 05/02/2017 by Pimon

Gosto, gente.

Claro!

Gosto da Vale, da antiga Petrobrás, Gerdau é bem administrada, Grendene, Ferbasa, Portobello.

As de celulose são boas, mas dependem do câmbio.

A WEG, muito boa.

Bradesco e Itaú são oligopolistas, dispensam comentários.

BB, sei lá.

Conheço o “nosso” Presidente de outros carnavais.

Lame, CSN, Telebrás, ações assim não gosto, não.

A Magazine, não vou mais comentar, já ficou risível (comentei).

Embraer não é nossa, é do mundo. E o mundo compete fortemente.

Mas não GOSTO de ação cara, isso eu não gosto!

Não!

E há muitas ações caras em minha lista.

A lista do Pimon.

E assim foi.

S&P em leve alta, DAX fechou estável.

Prever o “futuro” na situação atual não é simples.

Mas o petróleo, ouro e os diamantes, com certeza, são bons conselheiros.

SP

MAGAZ LUIZA ON

Com um patrimônio Líquido de 750 milhões, é cotada por 09 bilhões na Bovespa.

Deve vender água em pó.

Em que difere das empresas do setor?

Em nada.

Já tivemos Lupatech, Milk, que mal faz uma MGLU3?

Parâmetros.

O mundo vai explodir, guerra!

Ok!

O petróleo subiu?

O ouro?

Diamantes?

Não?

Boa noite.

Estão sabotando a Petrobrás, mesmo!

Os papéis da Petrobras (BOV:PETR4) caem 1,4% em Nova York nas negociações do “after market” após a estatal apresentar um resultado líquido que ficou abaixo das estimativas do mercado. O lucro ficou em R$ 316 milhões no segundo trimestre de 2017, 14,6% menor do visto no mesmo período do ano anterior.

Os ativos, que representam as ações ordinárias (BOV:PETR3) na B3, eram negociados, às 19h19, a US$ 8,50. Os papéis já tinham caído 2,6% durante o dia.

O número veio 88,9% inferior às expectativas de analistas consultados pela Prévias Broadcast que indicaram lucro de R$ 2,841 bilhões no intervalo, conforme a média das estimativas de seis bancos (Itaú BBA, Santander, Morgan Stanley, UBS, JPMorgan e Credit Suisse). – ADVFN.

Previsões…..

A análise gráfica quer prever o mercado amanhã?

Nem a filha do Trump poderia.

Lá pelas 05 horas da noite e a gente poderá ter uma noção dos mercados.

Não, conflito político/militar não permite “estatística”.

Um economista, mais um diplomata e um militar poderiam, juntos, especular.

Hein.

A tributação no Brasil.

Muito se esperneia contra a carga tributária FEDERAL brasileira.

Mas a gritaria é inócua, o alvo deveria ser outro.

O grande pagador de impostos, a maior parte ESTADUAL, pois incidente sobre o consumo, é o brasileiro mais pobre.

O mais aquinhoado, face as diversas deduções possíveis, não possui 27,5% de seu salário “garfado” pela SRF.

Estudo de Laura Carvalho, professora do Departamento de Economia da FEA-USP, apresenta a real tributação:

“Segundo os dados de 2015 da Receita Federal, os brasileiros com renda média mensal de R$ 135 mil —que representam 0,1% dos declarantes— pagaram alíquota efetiva de IRPF de apenas 9,1%. Ainda no topo da pirâmide, o 0,9% dos declarantes com renda média mensal de R$ 34 mil pagou 12,4% de alíquota efetiva.

Ou seja, a alíquota máxima de 27,5%, que incide sobre rendas superiores a R$ 4.664, não se aplica a boa parte dos rendimentos dos mais ricos. A isenção de tributação dos dividendos, que data de 1995 no Brasil, é a principal responsável por essa aberração.”

O Brasil CARECE DE UMA VIOLENTA REFORMA TRIBUTÁRIA, além de outros senões.

Trump e etc.

A grande preocupação de ontem, a crise entre EUA e Coréia do Norte, provocou forte baixa no mercado europeu e asiático.

O mercado brasileiro e o norte-americano seguiam no mesmo diapasão, queda.

Já não tão acentuada, o tempo passava e nenhuma explosão acontecera.

Muito bate-boca, mas os Presidentes envolvidos sabem e bem quais os riscos de uma explosão nuclear.

Óbvio que o poderio militar americano é inigualável mas, mesmo um revés no Japão provocado pela Coréia, já seria inimaginável.

Enfim, mais um componente de risco para o mercado mundial.

Já não bastassem os problemas econômicos e financeiros atuais.

Há uma inquietude, o que farão os dirigentes mundiais para superar o artificialismo gerado após o crash americano e europeu?

O que sustenta a Bolsa alemã em níveis tão acima da realidade?

A falta de opção.

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