Estouro?

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Não sei se a Bolsa vai explodir.

Não vejo fundamentos pra 70 mil pontos.

Apesar de achar a administração de Temer uma falácia, há algo de bom. Para o mercado de ações, apenas.

Para o país, uma lástima.

Ficaria com 55 mil pontos, não mais.

Mas não sei o que pode acontecer, o mercado brasileiro está completamente manipulado.

Como o Brasil.

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O jogo mudou.

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PSDB fora do governo, Selic futura em alta, o sonho acabou.

Temer, com “apoio superficial do Congresso”, vai terminar seu mandato. Apenas.

As eleições de 2018 estão aí e não há quem queira “colar” em um governo com 03% de aprovação.

O que tinha que ser negociado, já foi.

A Previdência é um risco forte demais para quem quer se eleger ou reeleger.

Talvez, quem sabe, a venda da Eletrobrás seja esquecida.

O governo das fortes barganhas parece ter terminado.

Não era sem tempo.

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Fitch mantém nota de crédito do Brasil com perspectiva negativa.

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Muito oba-oba nos jornais brasileiros.

SÃO PAULO E PORTO ALEGRE  –  (Atualizada às 16h) A Fitch Ratings reforçou a nota de crédito do Brasil em ‘BB’, com perspectiva negativa. Ou seja, com possibilidade de a classificação ser revista para baixo futuramente.

Segundo a agência, limitam as notas do país a debilidade estrutural nas finanças públicas e o alto endividamento do governo, fracas perspectivas de crescimento e indicadores de governança mais fracos do que os pares do país, além do recente histórico de instabilidade política.

A Fitch projeta que a dívida pública brasileira continuará a crescer durante o período previsto, mesmo levando em conta o impacto da antecipação dos pagamentos dos empréstimos feitos pelo Tesouro Nacional ao Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) entre 2017 e 2018. A agência projeta que a dívida alcançará 76% do PIB em 2017 (acima da mediana dos países “BB”, de 45%) e avance a 80% em 2018.

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Petrobras e balanço.

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Já não é de hoje que o balanço da Petrobras é penalizado por “especialistas”.

Impermaints consecutivos (incomuns), provisões de toda sorte.

Desde Graça Foster (brutal ingenuidade política) ao congelamento de preços por Dilma  e até os malabarismos do Parente.

E a venda de ativos prossegue.

Petrobras, em breve, será como uma Vale, exportadora de minério de ferro.

Petrobras será apenas uma produtora de petróleo.

Gás, não mais distribui. O mercado já foi monopolizado. Álcool, não produz, vendeu suas fazendas, precisa comprar de terceiros.

Seus gasodutos em leilão.

Refinarias sem manutenção.

Pré-sal sendo leiloado, a tecnologia da Petrobras, caríssima, doada como brinde.

O Brasil vende o Brasil para seus concorrentes.

A maior empresa brasileira, a maior arrecadadora de impostos ESTADUAIS e federais, ao léu.

Triste!

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Juro menor pode levar brasileiro a se arriscar mais em aplicações financeiras.

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Quais juros menores, os nominais?

Os juros reais continuam os mesmos.

Houve forte queda de juros REAIS em 2013/2105 e vimos o que aconteceu.

“Arriscar” depende do “dividend yield” que o tomador de seus recursos deverá lhe proporcionar.

Se você quiser “arriscar” na Bolsa pesquise o retorno histórico em dividendos da empresa-alvo.

Se não o fizer você não estará investindo, mas especulando.

taxa

evolucao-dos-juros-reais

Folha de Londrina.

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