Ex-banqueira avisa: “Brasil viverá caos social, explosão de pobreza e quebradeira”.

“A elite não está precificando corretamente o risco de caos social. A economia é uma ciência que se especializou em demasia e se distanciou muito da realidade”, diz a economista Eduarda La Rocque, que foi sócia do BBM.

247 – A economista Eduardo La Rocque, que foi sócia do banco BBM, avalia que a elite brasileira está desprezando o risco de caos social no Brasil.

“Numa época em que se precisa diminuir e redistribuir o bolo, a voz dos mais vulneráveis não se faz ouvir. Tínhamos que nos preparar para 2018, decidirmos quem vai pagar a conta, com um Legislativo mais representativo tanto no Rio como no governo federal”, afirma ela, que também defende melhor distribuição de renda.

E tua empresa?

Você não está contratando (ou demitindo) com base em notícias de jornal, não é?

Só existe algo mais tendencioso que um jornal, o torcedor de futebol.

Mas que foi ilegal, foi!

Melhor deixar quieto.

Ação recomendada pelo InfoMoney sobe 30% em 3 dias.

Magazine Luiza foi recomendada na tarde de terça-feira (12/set), após ação desabar com o anúncio de um aumento de capital.

O mercado de ações possui dois tipos de investidor.

O profissional e o otimista.

Não irei analisar a análise do colega, não seria ético.

O tempo dirá, já que a CVM encontra-se deveras ocupada com a JBS.

Miriam, o boom da Bolsa é um traque!

É grande, contudo, o risco de frustração quando se correlaciona sem ressalvas movimentos de Bolsa com processos em curso na economia doméstica. Isso é ainda mais verdade quando se trata de mercados acionários, como o brasileiro, relativamente pequenos e altamente concentrados. Em recente relatório a clientes, o economista-chefe da Gradual Investimentos, André Perfeito, sob o título “O Brasil não é o Ibovespa”, destacou esse ponto. O que vem puxando a Bolsa são ações de empresas cujo desempenho depende pouco ou nada de uma eventual recuperação do mercado interno.
Apenas cinco papéis entre os 60 que compõem o índice respondem por cerca de 40% de seu movimento. Dois são de bancos (Itaú e Bradesco), outros dois são de produtores de commodities (Petrobras e Vale), cujas receitas são fortemente correlacionadas com as cotações internacionais, e o último é de uma empresa que, embora opere no mercado de consumo (Ambev), é bastante internacionalizada, a ponto de obter no exterior quase metade de suas receitas.

José Paulo Kupfer > PHA.

A“forte” reação da economia.

ECONOMIA

Conta inativa do FGTS foi usada em compras em 27% dos casos.

Pesquisa da FGV mostra que consumo foi o triplo do previsto.

No segundo trimestre, o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 0,2%, impulsionado justamente pelo consumo das famílias. O próprio IBGE, responsável pelo cálculo do PIB, atribui aos recursos do FGTS parte desse desempenho. Segundo a Caixa Econômica Federal, 25,9 milhões de brasileiros sacaram aproximadamente R$ 44 bilhões até o dia 31 de julho. – Globo.

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Mas acabou o que era doce, a economia real é agora.

Povo!

O mercado tá tão manipulado, os preços das ações estão tão risíveis que fica complicado comentar algo.

Há muito poucas exceções, hoje.

Competitividade na celulose, na Vale, a Petrobrás se esvai, fatiada.

Fica esperto, já vi o filme muitas vezes e o final é o mesmo, os leigos ficam e os “tuba” vazam.

Brasil tá vendidão!

Como a grande maioria é leiga, os jornais caem pesado!

Consumo puxa economia e faz disparar ações do varejo

Por Juliana Machado

No momento em que a bolsa de valores brasileira ganha impulso e o Ibovespa rompe níveis históricos, ações de companhias de varejo básico e consumo de eletrodomésticos, vestuário e alimentação proporcionam ganhos extraordinários a seus acionistas. Em movimento coerente com a dinâmica de recuperação da economia, puxada pelo consumo, os papéis dessas empresas tiveram neste ano alta muito superior aos 23,76% do Ibovespa. Magazine Luiza, por exemplo, subiu 423%, Guararapes, 130% e Arezzo, 125%. Outros bons exemplos são Hering, Via Varejo, B2W, Renner e Pão de Açúcar.

A queda dos juros e a retomada gradual do crescimento econômico compõem a equação que provocou a recente recuperação da bolsa e mantém boas perspectivas para essas ações. Para analistas ouvidos pelo Valor, a retomada beneficia primeiramente empresas que atendem o consumo de menor valor, menos dependente do crédito e que tira proveito da melhora da renda real provocada pela queda da inflação.

Leia mais

1. Ações ligadas a varejo disparam em meio à retomada do consumo

A leitura é de que muitos consumidores só vão conseguir trocar de carro dentro de um ano e comprar um apartamento em 2019, mas já começam a adquirir eletrodomésticos e roupas.

clip_image002Especialistas consideram que muitos desses papéis de empresas de varejo ainda têm espaço para ganhos. Ricardo Peretti, da Santander Corretora, chama a atenção para o fato de que há algumas empresas com cotações ainda relativamente baratas, como Americanas, Hering e Carrefour, pelas quais o interesse do investidor pode ser maior (???).

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A margem líquida da Lame 4 é de  -0,4%.

Múltiplos, 260 ANOS!

Melhor ficar aqui, o mercado mostrará.

Magazine Luiza (MGLU3).

A Magazine Luiza informou que seu Conselho de Administração aprovou a realização de oferta pública de distribuição primária e secundária de, inicialmente, 24.000.000 ações ordinárias, nominativas, escriturais e sem valor nominal.

A distribuição primária será de 17.600.000 novas ações ordinárias, enquanto a distribuição secundária será de, inicialmente, 6.400.000 ações ordinárias de titularidade de Luiz Helena Trajano, Onofre de Paula Trajano, Fabrício Bittar Garcia, Flávia Bittar Garcia Faleiros e Franco Bittar Garcia, com esforços restritos de colocação, ou seja, uma oferta restrita sendo realizada no mercado de balcão.

Considerando o preço de fechamento das ações em R$ 78,30 em 8 de setembro, o valor total da oferta seria de R$ 1.879.200.000,00. Considerando apenas a oferta primária, o valor é de R$ 1.378.080.000,00. Vale lembrar que a oferta primária é feita pela própria companhia, ou seja, ela vende ações e o dinheiro vai para seu próprio caixa. Já em uma oferta secundária, são os grandes acionistas que vendem ações, e o dinheiro vai para eles (Infomoney).

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Alertamos, aqui, para “o conjunto da obra”.

Magazine, apoiada por bancos e corretores, inflou absurdamente o preço de suas ações.

Após o split, cotada a R$ 80,00 (oitenta reais)?

Isso é escandaloso, é ruim para o mercado, mas a CVM deve estar ocupada com algo mais importante.

O Brasil está, literalmente, sem rumo.

O Brasil é feliz.

Mesmo com aval do Congresso para ampliar o rombo das contas públicas em R$ 20 bilhões, o governo pode ser obrigado a fazer novos cortes no Orçamento de 2017 e provocar um shutdown, ou seja, a paralisação da máquina pública. A ampliação da meta fiscal de um déficit primário de R$ 139 bilhões para R$ 159 bilhões pode não ser suficiente para acomodar todas as frustrações de receitas do ano. Entre as principais incertezas para a arrecadação do governo este ano está o leilão de quatro hidrelétricas operadas atualmente pela Cemig, com o qual o governo espera embolsar ao menos R$ 11 bilhões.
Assim, além de não conseguir reverter o forte contingenciamento de quase R$ 45 bilhões já feito nas despesas, os técnicos teriam que apertar ainda mais o cinto, paralisando por completo os investimentos e alguns serviços de atendimento à população.

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Mesmo com a economia dando sinais claros de uma recuperação incipiente e mais, a possibilidade de paralisação do Estado, o Brasil está feliz.

O Brasil, a mídia brasileira, tudo aqui é bastante incomum.

A renda no Brasil.

Comentei com meu primo sobre o uso da média harmônica pelo IBGE.

-Tentei, JM, eles não quiseram.

A renda per capita no Brasil é de…. e tome média engana-tolo.

Veja o exemplo de 03 salários, situação muito comum no Brasil.

Salários – 1200 100.000 (!) e 3200.

Valores de entrada

1200 100000 3200

Média aritmética

34800

Média harmônica

2595,52

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34800 é um número bonito, não é?

E 2595,00?

A renda per capita nacional, se calculada pela média harmônica, mostraria nossa real situação, que é muito, muito feia.

O salário de 100.000 seria anulado.

Temos 1% da população brasileira vivendo como suíços abastados e cerca de 90% com salário inferior até ao mínimo ou até 1.600 reais.

E eles não querem mostrar, claro.