Caos ou calote?

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Por Luiz Cezar Fernandes

O PRÓXIMO GOVERNO SE SENTIRÁ SEDUZIDO, INEVITAVELMENTE, POR UM CALOTE NA DÍVIDA PÚBLICA.

O crescimento da dívida pública interna atingirá 100% do Produto Interno Bruto – PIB do Brasil, já na posse do próximo governo. A situação será insustentável, gerando uma completa ingovernabilidade.

Os bancos, hoje cartelizados em 5 grandes organizações, têm diminuído assustadoramente os empréstimos ao setor privado e vêm aumentando, em proporção inversa, a aplicação em títulos da dívida pública.

Os países que recentemente entraram em default, como a Grécia, não causaram grandes impactos internos, pois sua dívida era sobretudo externa e em grande parte pulverizada, inclusive em bancos centrais, fundos mútuos e de pensão.

O caso do Brasil é essencialmente diverso. Um default nossa dívida interna implicará na falência do sistema, atingindo de grandes bancos a pessoas físicas, passando por family offices e afins.

Para evitarem uma corrida bancária, as grandes instituições bancárias terão, obrigatoriamente, que impedir seus clientes de efetuarem os saques de suas poupanças à vista ou a prazo.

Caso contrário, teremos uma situação ainda mais grave que a vivida pela Venezuela. Reformas já ou só restará o CALOTE.

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Mercado em euforia……

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A agência S&P Global Ratings tem perspectivas pouco animadoras para a economia brasileira: a nota de classificação de risco de Brasil deve ser rebaixada antes mesmo da eleição de 2018, por conta do caos fiscal causado pelos déficits; também é tímida a projeção de crescimento da economia brasileira para 2017: menos de 0,5%, bem abaixo da média mundial. > 247.

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Quanto pior, melhor.

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O mundo corre para os emergentes, seus títulos são “apetitosos”.

Pagamos mais, não emitimos  moeda forte.

Melhor para eles, nada mudou.

VanguardEMGovernmentBond

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BTOW3

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As ações da B2W, dona do Submarino e das Americanas.com, disparam 53% nos últimos 7 pregões e operam no maior patamar desde julho de 2015. O motivo da euforia é a percepção do mercado, reforçada após o balanço do 2° trimestre, de que a empresa, controlada pela Lojas Americanas, finalmente vai parar de torrar caixa.

No balanço dos meses de abril a junho a empresa trouxe uma queima de caixa de “apenas” R$ 348 milhões, contra R$ 1,07 bilhão do primeiro trimestre deste ano e R$ 606 milhões no segundo trimestre do ano passado. E mais: a direção da empresa sinalizou que deve finalmente gerar caixa na segunda metade do ano.

A sinalização mais otimista da empresa empolgou também analistas de mercado. Na semana passada, o UBS decidiu elevar a recomendação da ação, que desde maio de 2016 era de venda, para neutra. O preço-alvo também foi revisado para cima, de R$ 10,00 para R$ 18,00, o mais alto entre os analistas que cobram a companhia, segundo dados da Bloomberg (Infomoney).

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Meus colegas são entusiastas. Tivemos uma liberação gigantesca de recursos que migraram para o mercado com a liberação do FGTS, um 13º de início de ano, não recorrente.

B2W não produz lucro, seu VPA é de R$ 8,00 e o UBS recomenda o papel enfaticamente. R$ 18,00!

Outra Magazine Luiza e o mercado aplaude.

O Brasil é uma enorme farsa.


B

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Sempre.

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“Por trás de cada ação há uma empresa. Descubra o que ela está fazendo…”

Peter Lynch

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