A tributação no Brasil.

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Muito se esperneia contra a carga tributária FEDERAL brasileira.

Mas a gritaria é inócua, o alvo deveria ser outro.

O grande pagador de impostos, a maior parte ESTADUAL, pois incidente sobre o consumo, é o brasileiro mais pobre.

O mais aquinhoado, face as diversas deduções possíveis, não possui 27,5% de seu salário “garfado” pela SRF.

Estudo de Laura Carvalho, professora do Departamento de Economia da FEA-USP, apresenta a real tributação:

“Segundo os dados de 2015 da Receita Federal, os brasileiros com renda média mensal de R$ 135 mil —que representam 0,1% dos declarantes— pagaram alíquota efetiva de IRPF de apenas 9,1%. Ainda no topo da pirâmide, o 0,9% dos declarantes com renda média mensal de R$ 34 mil pagou 12,4% de alíquota efetiva.

Ou seja, a alíquota máxima de 27,5%, que incide sobre rendas superiores a R$ 4.664, não se aplica a boa parte dos rendimentos dos mais ricos. A isenção de tributação dos dividendos, que data de 1995 no Brasil, é a principal responsável por essa aberração.”

O Brasil CARECE DE UMA VIOLENTA REFORMA TRIBUTÁRIA, além de outros senões.

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Trump e etc.

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A grande preocupação de ontem, a crise entre EUA e Coréia do Norte, provocou forte baixa no mercado europeu e asiático.

O mercado brasileiro e o norte-americano seguiam no mesmo diapasão, queda.

Já não tão acentuada, o tempo passava e nenhuma explosão acontecera.

Muito bate-boca, mas os Presidentes envolvidos sabem e bem quais os riscos de uma explosão nuclear.

Óbvio que o poderio militar americano é inigualável mas, mesmo um revés no Japão provocado pela Coréia, já seria inimaginável.

Enfim, mais um componente de risco para o mercado mundial.

Já não bastassem os problemas econômicos e financeiros atuais.

Há uma inquietude, o que farão os dirigentes mundiais para superar o artificialismo gerado após o crash americano e europeu?

O que sustenta a Bolsa alemã em níveis tão acima da realidade?

A falta de opção.

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