Coisas que vi.

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Chegou a plataforma, viva!
Mas ela não perfurava, uai!
E lá fui eu ajudar e catar equipamentos no Brasil e nos EUA.
E ela começou a perfurar até que…. tomei um esporro!
– Não é para perfurar, JM!
– Ahhh, não?
– Não.
A Petrobrás vai rescindir o contrato e vamos ajuizar, em NY.
– Ahhhh, sei.
– Passam dois anos e “ganhamos, JM! 10 milhões de dólares, 05 pra mim e 05 pro governador”.
Ahhhh, tá!
O governador é candidato, o povo o adora.

E….. é isso.

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Desemprego e incertezas políticas devem provocar nova retração em financiamentos este ano.

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POR ANA PAULA RIBEIRO – Globo.



SÃO PAULO e RIO – Os juros até estão mais baixos, mas a incerteza política, o crescimento da economia mais lento do que o esperado e a queda da confiança do consumidor vão jogar a retomada do crédito para frente. Bancos e analistas estão revendo suas projeções para a expansão do crédito este ano, e muitos já preveem queda no estoque de financiamentos pelo segundo ano consecutivo. Isso pode acabar dificultando ainda mais a recuperação da economia. O pano de fundo desse movimento, além da crise e do desemprego, é a cautela dos tomadores de empréstimos e a elevação dos riscos após a delação dos executivos da JBS.

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De altas e baixas.

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Já reparou que muitas ações detentoras das maiores altas na Bovespa não são negociadas nos EUA?

O mercado americano não é “grafista”, mas “fundamentalista”.

Não que a análise gráfica seja ruim, mas é de curto prazo e “gringo” investe em dividendos, não especula.

Sim, especula, mas há fundamento até na especulação.

A CVM de lá é bastante rigorosa, uma Magazine, lá, não teria tanta “sorte”.

Uma LAME, “coisas” assim.

Se negociadas nos EUA, a arbitragem as colocaria em seu devido lugar, aqui.

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Minha opinião, não vendo.

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Um site de finanças perguntou se eu escreveria “lá”.

– Escrevo, mas o que eu achar. Não vou escrever que o mercado está lindo ou feio e de acordo com os interesses de vocês.

– É melhor não escrever.

– Feito!

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As reduções fiscais para os ricos não resolvem nada.

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JOSEPH E. STIGLITZ

NOVA IORQUE – Embora os plutocratas da direita Americana possam discordar quanto à ordenação dos piores problemas do país – por exemplo, a desigualdade, o crescimento lento, a baixa produtividade, a dependência dos opiáceos, as más escolas, e a deterioração das infra-estruturas – a solução é sempre a mesma: baixar impostos e desregulamentar, para “incentivar” os investidores e “libertar” a economia. O presidente Donald Trump conta com este pacote para fazer com que a América seja grande outra vez.

Isto não funcionará, porque nunca funcionou. Quando o presidente Ronald Reagan tentou o mesmo, na década de 1980, afirmou que as receitas fiscais cresceriam. Em vez disso, o crescimento abrandou, as receitas fiscais caíram, e os trabalhadores sofreram. Os grandes vencedores, em termos relativos, foram as empresas e os ricos, que beneficiaram da drástica redução da tributação.

———

Dilma também errou.

A teoria é linda, mas não funciona.

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