O “gás” da Bovespa terminou?

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Por incrível que pareça, não!

O povo ainda leva fé.

Mas irá terminar como de outras vezes, de repente.

Quando?

Uma nota de agência de risco (sempre parcial), uma batalha forte perdida no Congresso ou um evento militar de grande porte.

E, ainda, a percepção mundial de que as coisas devem mudar.

E, interessante, uma coisa pode levar a outra e outra.

E acontece em um pluft, dois dias.

A liquidez se esvai, ninguém mais vai querer tomar a Magazine Luíza.

Se você não PODE perder o dinheiro que investe, cuide-se.

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Da euforia à depressão.

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Assim como nos EUA, o mercado brasileiro está em êxtase.

Assim como nos EUA, grandes investidores já saíram do mercado brasileiro.

A mídia faz o seu papel, sujo. Vende ilusão.

A brocha vai ficar na mão de muitos quando a escada for retirada.

Que você não seja um deles.

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Do jeito que vai….

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“É muito difícil fazer previsões, mas para estabilizar nossa dívida em 85% do PIB, com o PIB crescendo a 3% ao ano, precisaremos ainda, de superávits primários da ordem de 2,5%. Temos que reduzí-la judiciosamente para que possamos voltar, no futuro a usar a política fiscal… Isso exige medidas RADICAIS como foi o caso de Collor em 1990, e de Itamar em 1994, na preparação do Plano Real, e parece ser o Plano Temer de desestatização”.

Delfim Netto.

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Não, Delfim, a desestatização não RESOLVE o Brasil e você sabe!

Sabe, sim.


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Economia latina continua exposta a risco político, diz Moody’s.

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Segundo a agência, os países com nível alto ou médio de susceptibilidade ao risco de eventos políticos incluem a Venezuela e a Argentina.

Por Reuters


Sede da Moody's em Nova York

Moody’s: segundo a agência, risco político é comparativamente mais moderado no Brasil, Colômbia, Peru, México e Chile

O risco político na América Latina é um grande desafio para os emissores de dívidas da região, já que pode potencialmente ameaçar o crescimento econômico, as reformas políticas e as condições financeiras, disse nesta terça-feira a agência de classificação de risco Moody’s, em relatório.

Os países com nível alto ou médio de susceptibilidade ao risco de eventos políticos incluem a Venezuela e a Argentina.

Já o risco político é comparativamente mais moderado no Brasil, Colômbia, Peru, México e Chile, disse a Moody’s.

“O risco político elevado aumenta as preocupações dos investidores sobre as políticas com resultados negativos, afetando a confiança do mercado”, afirmou o vice-presidente sênior da Moody’s, Gersan Zurita, no relatório.

“A incerteza relacionada à política amplia os prêmios de risco, impactando negativamente os valuations de ações e títulos de dívida, e provoca volatilidade cambial”, acrescentou.

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Bovespa e o resto.

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Enquanto os jornais sugerem a possibilidade de um calote na dívida pública, cada vez mais iminente, a BOVESPA sobe e muito com a anunciada PROPOSTA de privatização da Eletrobrás.

Vamos até imaginar que venha a acontecer, que o Congresso aprove. Há grandes grupos privados interessados não só na geração, mas na distribuição de energia, além de outras avenças.

A tal privatização fará com que o preço da energia gerada por usinas já amortizadas venha a ceder?

Claro que não!

Os 20 (vinte) bilhões (?) que o governo irá arrecadar suprem nossa demanda e evitam o calote?

Nunca!

Não é o caminho, até gente que “adora” uma privatização já opinou de forma contrária.

Mas a BOVESPA subiu por conta e como se um admirável mundo novo tivesse se aberto para o Brasil.

Estamos ficando cada vez mais ridículos perante o mundo, jornais estrangeiros criticam o Brasil diariamente.

E o povo tá achando que o céu é o limite, que o futuro nos pertence.

O povo, talvez.

Mas a corda irá arrebentar, sim.


Elet

bovespa

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