“Mas a gente não deve comprar nenhuma ação”?

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Ups, claro que sim.

Ação de empresa saudável é reserva de valor até para os piores tempos.

João Rodrigues, meu avô, comprou e legou muitas ações do Banco do Brasil.

Atravessaram crises gigantescas, as cotações despencaram, mas se recuperaram com o tempo.

Meu tio português (não o conheci) não fez nenhuma subscrição e nunca sacou os dividendos. Imagine se tivesse subscrito?

As bonificações incidiriam sobre as ações subscritas e assim por diante, uma progressão geométrica.

Vendeu-as, em 1971 e com o mercado já em baixa, por 04 milhões de dólares.

Hoje, uns 40 milhões de dólares, algo assim.

Há ações excelentes no mercado, o futuro delas é bastante promissor.

Pesquise o setor e INVISTA.

Não especule, INVISTA.

E tenha paciência, não olhe a cotação, mas o desempenho do setor.

E desfrute de uma aposentadoria bastante tranquila.


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Aumento de empréstimo de emergentes leva dívida global para recorde de US$217 tri, diz IIF.

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Reuters

LONDRES (Reuters) – Os níveis da dívida global aumentaram para o recorde de 217 trilhões de dólares, impulsionados pelos empréstimo de 3 trilhões de dólares no mundo em desenvolvimento, disse o Instituto de Finanças Internacionais (IIF, na sigla em inglês), alertando sobre os riscos para os mercados emergentes dos pagamentos da dívida de curto prazo.

O IIF afirmou em nota na terça-feira que a dívida global cresceu para 327 por cento da produção econômica anual mundial até o primeiro trimestre de 2017 e o aumento foi impulsionado principalmente pelos empréstimos nos mercados emergentes.

Embora as economias avançadas continuem a desalavancar, reduzindo a dívida total pública e privada em mais de 2 trilhões de dólares no ano passado, o relatório mostrou que a dívida total nos países em desenvolvimento cresceu em 3 trilhões de dólares, para 56 trilhões de dólares.

Isso representa 218 por cento do PIB deles combinado, cinco pontos percentuais acima do registrado no primeiro trimestre de 2016.

A China representa 2 trilhões de dólares desse aumento, com sua dívida agora em quase 33 trilhões de dólares, liderada pelas famílias mas também incluindo as empresas, disse o IIF.

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Um comentário.

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  1. George Antonio


    Boa Noite! Mas o senhor não vê alguma possibilidade remota de com a aprovação de algumas reformas (a trabalhista, pois a previdenciária acho um sofisma) não existe a chance da economia reagir, as empresas lucrarem e a Bovespa valorizar? Grato!


04/02/2017 at 12:36 Responder Edit


Caro George, a reforma trabalhista busca equiparar o trabalhador brasileiro ao americano. Mas, ao contrário dos EUA, não dispomos de Judiciário. A relação de forças será inglória. Veja, não temos Congresso, não temos Judiciário e não vivemos sob democracia, “nosso” Executivo cumpre ordens. Não vejo como tal relação possa vir a melhorar o ambiente.
A PEC 55, aquela que congela o Orçamento, ela sim, é definitiva. O Estado não vai investir por 20 anos e fim.
Quem irá substituir o Estado?
Ninguém.
Como a demanda interna aumentará? As empresas podem “economizar” com a mão de obra? Sim. Mas quem consumirá? O mesmo ocorre com os EUA, hoje. A renda patina, o consumo é incentivado por juros irreais. E os EUA não estão preocupados com déficit fiscal, o mundo não está. A economia de lá cresce de forma insustentável, a renda não é o objetivo principal. Mas imprimem uma moeda de aceitação universal, o dólar. E nós?
Como disse um amigo (bilionário), não posso citar seu nome, “o Brasil já era, vou investir no exterior”. Ele pode, sorte a dele.
Sim, no exterior, em algum lugar onde exista um Judiciário, ao menos.
Investir no Brasil de hoje é um ato de fé.



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