O pessoal ainda não entendeu o tamanho da crise.

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Com crise prolongada, empresas terão de reestruturar até R$ 150 bilhões em dívidas

A economia brasileira está demorando tanto para se recuperar que empresas que negociaram suas dívidas há um ou dois anos já precisam voltar à mesa com os credores. Como todas as expectativas sobre o fim da crise se frustraram, a melhora financeira esperada por essas companhias não se concretizou, e elas se veem diante da necessidade de pedir mais prazo e menos juros aos bancos. Segundo projeção da consultoria Alvarez & Marsal, dos R$ 310 bilhões em débitos corporativos que foram renegociados até o fim de 2016, entre R$ 125 bilhões e R$ 150 bilhões terão de ser novamente reestruturados, o equivalente a até 48,3% do volume de dívidas. Dados os valores envolvidos, o problema pode dificultar ainda mais a retomada econômica. – Globo.

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Vale desiste de Nova Caledônia.

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Como previmos em 2008, Vale deverá se desfazer de seus investimentos em níquel no exterior, inclusive no Canadá.

O preço pago por Vale no auge do boom das commodities foi similar ao de Pasadena (Petrobrás), no Texas. Mas a perda da Vale foi bastante superior.

“Principal motor da boa saúde da economia de Caillou, o projeto Goro Nickel gerou, localmente, “700 milhões de dólares de ganhos econômicos desde outubro de 2004”“. Phil Du Toit se declarou “surpreso e decepcionado” pela recente e súbita decisão dos dirigentes da província sul de exigir à empresa (VALE) o pagamento de uma taxa para a ocupação da área marítima, equivalente a 1% das cifras de negócios.” – 25/02/2008.

Investir no exterior não é boa opção para países de 3ª mundo.

Não possuímos força política ou militar.

Se é bom, desapropriam. Se é ruim, é nosso.

Os investimentos da Vale na África poderão seguir a mesma toada.

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Um conselho para investimento.

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Um amigo perguntou em que a filha dele, médica, deveria investir.

E mais nada disse.

– Pergunte a tua filha se devo correr 10 km por dia.

– Hein?

– Sim, pergunte.

Voltou com a resposta: – ela não te conhece, tua saúde, idade, modo de vida, etc.

E nem eu a ela, respondi. Não sei se o objetivo dela é de curto prazo, sua aversão ao risco, se tem casa própria, se pretende estudar no exterior, viajar, casar.

Meu amigo entendeu.

Espero que você tenha entendido, investimento não se vende em prateleira.

Alguns vendem, pasteurizam.

Eu, não.

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O grande pluft.

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Seguinte, nossa carga tributária ótima deve ser de 36% do PIB, foi assim que FHC a deixou. E Lula.  É normal, no mundo. Países como o México diminuíram muito sua arrecadação e hoje não há mais México.

A carga brasileira está em 31%, hoje.  A arrecadação federal despencou.

Aqueles 05% tirariam o país da recessão.

Dilma tentou, mas, além de ter sido sabotada, era péssima comunicadora e avessa ao diálogo.

Aqueles mais de 250 bilhões de reais em impostos é que nos fazem muita falta, hoje.

É o montante de nosso déficit e nossa estagnação.

A federação não investe, não gasta e as contas não fecham.

O aumento de impostos será inevitável, sim.

Ou a gente fecha.

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“Os números apresentados pela Receita Federal são os seguintes: a) carga tributária sobre a renda, lucro e ganhos de capital é de 6,4% no Brasil e, em média, de 12,2% na OCDE; b) na folha de salários a tributação é praticamente a mesma, sendo de 9,2% e de 9,8%; c) a carga tributária sobre bens e serviços é de 18,8% no Brasil e de 11,6% na OCDE; d) e, finalmente, a carga tributária sobre a propriedade é de 1,4% no Brasil e de 1,9% na OCDE, sendo que em alguns países importantes ela é muito maior: Reino Unido (4,2%), França (3,9%), Estados Unidos (3,0%).”

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