Bovespa no mundo.

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Fatos, poucos.

Inadimplência em alta no Bradesco (um case à parte, discutível), Bolsas europeias em leve alta. Bovespa sem rumo.

Forte realização no início do pregão e a pressão compradora da massa (manada, manipulação)  faz a Bovespa retornar aos 65.000 pontos.

Parâmetro?

A alta do óleo no início do dia.

Abertura do mercado americano, queda do dólar (tinha ido aos 3,15) e arbitragem.

Estável desde as 13 horas até o fim do pregão.

O descolamento Bovespa X DJ acontecerá, um dia.

Ou ambas Bolsas cairão na real, estão caras.

O mundo não pode perpetuar juros negativos, como ocorre hoje nos EUA e Europa.

Veremos, em minha opinião, a Bovespa patinar nos 45.000 pontos até o fim do ano.

Pode-se enganar a todos por algum tempo; pode-se enganar alguns por todo o tempo; mas não se pode enganar a todos todo o tempo.

Abraham Lincoln

PS: em breve e Magazine Luiza vai valer mais que a Petrobras, na Bolsa. Sem comentários.

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2 Reply to “Bovespa no mundo.”

  1. Boa Noite! Mas o senhor não vê alguma possibilidade remota de com a aprovação de algumas reformas (a trabalhista, pois a previdenciária acho um sofisma) não existe a chance da economia reagir, as empresas lucrarem e a bovespa valorizar? Grato!

  2. Caro George, a reforma trabalhista busca equiparar o trabalhador brasileiro ao americano. Mas, ao contrário dos EUA, não dispomos de Judiciário. A relação de forças será inglória. Veja, não temos Congresso, não temos Judiciário e não vivemos sob democracia, “nosso” Executivo cumpre ordens. Não vejo como tal relação possa vir a melhorar o ambiente.
    A PEC 55, aquela que congela o Orçamento, ela sim, é definitiva. O Estado não vai investir por 20 anos e fim.
    Quem irá substituir o Estado?
    Ninguém.
    Como a demanda interna aumentará? As empresas podem “economizar” com a mão de obra? Sim. Mas quem consumirá? O mesmo ocorre com os EUA, hoje. A renda patina, o consumo é incentivado por juros irreais. E os EUA não estão preocupados com déficit fiscal, o mundo não está. A economia de lá cresce de forma insustentável, a renda não é o objetivo principal.
    Como disse um amigo (bilionário), não posso citar seu nome, “o Brasil já era, vou investir no exterior”. Ele pode, sorte a dele.
    Sim, no exterior, em algum lugar onde exista um Judiciário, ao menos.
    Investir no Brasil de hoje é um ato de fé.

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