E a Petrobrás?

Vamos ver os erros, em um comentário?
“Jotaele
Engano seu amigo. Nem sendo uma petrolífera com todas as vantagens competitivas e proteção de mercado possível, a Petrobras escapou de quebrar sendo administrada pelo modelo petista. Isso sem esquecer do enorme assalto aos cofres da empresa pelos petistas e seus comparsas”.
———–
– Vantagens competitivas e proteção – Inexiste, a produção, refino e venda de petróleo é absolutamente livre, os impostos idênticos aos da Petrobrás. Com uma diferença, a Petrobrás paga!
– Escapou de quebrar – O ativo líquido da Petrobrás (já abatida a dívida), cresceu apenas 12 X, desde FHC. É de 320 bilhões e sem a inclusão das descobertas gigantescas.
– Assalto – Basicamente, pelo PP e PMDB. O PT, pelo que foi “descoberto” até hoje, é o menor beneficiado. Mas foi o PT que desmontou a quadrilha, não foi?
Ou foi o….. kkkkk.. Moro?
——
Agora, com sinceridade, dá pra discutir com tamanho expert?

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Vamos entender a pedalada?

Exercício Fiscal:

“Ano Fiscal

O conceito de ano fiscal é comum em muitos países, embora o período possa variar de acordo com o entendimento de cada nação. No Brasil, por exemplo, o ano fiscal é idêntico ao ano-calendário”.

Pois bem,  Exercício Fiscal é a “foto” tirada ao fim do ano.

Tal condição, imposta pelo FMI, foi atropelada e tolerada nos governos FHC e Lula.

Como nos Estados e Municípios, os maiores “pedaladeiros”.

E sequer deveria ser tratada com extremo rigor, não é incomum, mundo afora.

Coisas de FMI, enfim.

Mas o fato é … houve pedalada ou não?

Ao fim do Exercício Fiscal, veja o gráfico, o governo federal era credor.

pedaladas-desk

O que ocorreu, o TCU, um apêndice do Congresso, aprovou as contas e, posteriormente, reprovou?

Estamos falando de Golpe de Estado pelo  Congresso, tratado de forma Indiferente pela Presidente (um erro),  estamos a perceber que tal Congresso busca vingança?

E  transforma a “pedalada”  (que não ocorreu) em crime essencial, em impedimento?

Sob qualquer viés, é incrível, é GOLPE!

Com certeza.

Fará bem ao nosso status, no exterior?

Com certeza, não!

O que queremos?

Mostrar ao mundo que somos, ao fim, um enorme Paraguai?

Somos?

 

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Petrobrás está quebrada!

Há um sentimento generalizado pela mídia de que a Petrobrás está quebrada.

Não, não está.

Sim, passou por agruras “desnecessárias”, congelamento de preços, obras “políticas” por conta da governabilidade.

Mas o prejuízo foi absorvido, a governabilidade desfeita em 2012, pela Dilma.

Um enorme risco político, o Brasil é assim.

O que será de Petrobrás?

Tomando por base o passado brasileiro será mais uma empresa a minguar propositalmente, como “fizeram” com a Telebrás.

Não vejo chance de Dilma permanecer, há um conjunto de forças contrárias.

Não vejo como o “grupo” que se formou para tomar o poder caindo de amores pela empresa, o passado de todos condena.

Mas… enfim, a Petrobrás não está quebrada.

Seu patrimônio cresceu bastante, apesar do endividamento.

Assim como fizeram com o México, o Brasil está na fila.

C

 

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O impeachment…

Ao contrário do que pregam alguns Blogs, ele não está morto.

Independentemente do mérito, o julgamento será político e midiático.

Com apoio de “forças ocultas”.

Estimo que aconteça.

Estimo que o Brasil passe por mudanças sérias.

Dado o nível dos atores em tela, a mudança será péssima, plástica, artificial.

Alguns malabarismos, a TV em paz e a Economia….. pluft.

Algo mais?

 

 

 

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Petrobras nega redução do preço dos combustíveis "no momento"; ações caem quase 10%.

Caem 10%, mas também por culpa da forte queda no preço do petróleo.

Como o preço do aço e Vale, Gerdau e etc.

MAS………em petróleo, em mercado controlado como o nosso, não existe “no momento”!

Como economista, fui dono de posto de gasolina.

O “no momento” fecha a distribuição, com razão.

Não vou te vender gasolina por R$, 4,00 e recomprar por R$ 4,03.

Como não vou encomendar gasolina na Petrobrás ou na Shell por 3,60 e revender, no dia seguinte, por R$ 3.65.

Perguntaram pro Churchill, um dia: ministro, a libra vai sofrer desvalorização?

Meu amigo, cotação de moeda é um segredo que não se deve contar nem para a esposa!

– O Sr. desmente?

– Claro!

Churchill desvalorizou a libra no dia seguinte.

Dilma….. não te acho péssima, vi “coisas” muito, muito piores.

Mas….. assim não dá!

Tua equipe é bem ruim de comunicação, como você!

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Para os consumidores, economia brasileira está pior em 2016, diz SCPC.

Apesar disso, não existem preocupações com suas finanças pessoais: 88% dos entrevistados afirmam que suas finanças estão melhores ou no mesmo nível de 2015 em 2016.

——-

Ahh, entendi!

 

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E o pré-sal?

Vamos por partes?

1 – O pré-sal é nosso?

“A primeira preocupação é que a potência hegemônica (EUA), que não dispõe de petróleo. O seu presidente (George Bush), no dia seguinte à confirmação dessa descoberta, declarou que não reconhece a soberania brasileira sobre as 200 milhas náuticas. Imediatamente criou a 4ª Frota Naval, ou seja, reuniu navios e um porta-aviões nuclear e mandou para o Atlântico. Foi o que aconteceu no Iraque, Afeganistão, e agora na Geórgia, com o petróleo do Mar Cáspio. Tudo para tomar o petróleo de quem tem – General Durval Antunes de Andrade Nery”.

2 – A Petrobrás possui conceito, hoje, para lançar ações ao mercado? Não! Possui caixa pra bancar TODO o pré-sal? Não!

3 – Em caso de retorno do PSDB, bastante provável, o que ele fará à Petrobrás caso ela seja a ÚNICA dona do pré-sal? Venderá, na bacia das almas?

4 – Se os “gringos” tomarem 50% do pré-sal você ficaria surpreso? Não tomaram a Vale? O que aconteceu? NADA! – “Eu vou fazer, acontecer……..” no FACE, talvez!

5- Vamos cair na real, 50% do pré-sal de Santos, Campos e Sergipe mudam nosso país! Zero (0) %, não! Quer arriscar?

6 – Quem tem olho grande não sabe jogar, chega de demagogia.

7 – Somos fracos, militarmente. Escrevi isso em 2008, que a Vale não se metesse no exterior. Deu tudo errado, a Vale errou demais!

8 – Os EUA estão atrevidos, querem o mundo. Sequer o mar territorial CHINÊS respeitam. Imaginem o nosso, com a colaboração dos nossos!

9 – Ter a capacidade de se conhecer é algo essencial. Rompantes, bravatas, aos políticos.

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Deram o pré-sal?

Ao contrário do consenso geral, o projeto do Jucá foi muito oportuno. A Petrobrás não possui, financeiramente ou geopoliticamente, a capacidade de operar TODO o pré-sal.

O projeto Jucá dá a opção, dela, Petrobrás, escolher seu melhor retorno.

Pode ser incompreensível, mas é o que a Petrobrás faz, hoje. A taxa de retorno de alguns poços em Campos é insuficiente e a Petrobrás declina da extração.

Todo o pré-sal é coisa demais para um país fraco como o nosso.

E os royalties?

Ora, se forem COBRADOS, tanto faz serem de A, B, ou C.

Não vou desenhar.

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O Anacrônico Sistema de Metas de Inflação.

O Anacrônico Sistema de Metas de Inflação

Luiz Alberto Vieira

É economista pela Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (FEA-USP)

Os dados do Banco Central apontam para uma recessão de 4,08% em 2015, a terceira maior da história. Como a economia derreteu ao longo do ano, se mantivermos os níveis de atividade do final de 2015 teremos uma recessão de 3,3% em 2016. Dois anos consecutivos de desempenho tão ruim na economia jamais foram registrados, mesmo após a crise de 1929.

Contudo, os dados de janeiro apontam para um aprofundamento na recessão. O consumo de energia elétrica caiu 7,9% na comparação com o mesmo mês no ano anterior. O tráfego de veículos pesados caiu 9,9% nesse período nas rodovias pedagiadas.

A seriedade da situação demonstra a insuficiência da ortodoxia malemolente do Ministro Nelson Barbosa, que patina em meio de um austericídio fiscal e uma política monetária anacrônica, com os maiores juros reais do mundo mesmo numa profunda recessão.

O agravamento da recessão mostra a urgência de repensarmos o sistema de metas de inflação, que dá sinais de exaustão há muito tempo.

O sistema de metas de inflação foi implantado em 1999 pelo economista Armínio Fraga, presidente do Banco Central na época, em substituição à âncora cambial. Naquele ano, devido a uma crise cambial de grandes proporções, o Banco Central não tinha mais a capacidade de fixar a taxa de câmbio que passou a flutuar conforme os desejos do mercado. Como referência para a economia, o Banco Central passou a determinar uma banda de flutuação para a inflação.

O sistema de metas de inflação nunca funcionou sem traumas. O próprio Armínio Fraga, considerado gênio pelo “Deus Mercado”, estourou o teto da meta por duas vezes, pagando a prenda de uma cartinha de explicações ao Ministro da Fazenda.

Foi apenas em 2004 que as bandas definidas pelo sistema de metas de inflação passaram a ser sistematicamente cumpridas. No entanto, o custo para tal cumprimento foi enorme, pois inflação abaixo do teto da meta só foi atingida mediante uma sistemática valorização cambial, que aniquilou nossa indústria, ou com o controle de preços administrados, que trouxe dificuldades ao caixa das estatais e do Tesouro.

Um dos problemas foi a fixação de uma taxa de 4,5% no centro da meta, que é muito abaixo da média histórica do sistema de metas de inflação de 7,28%. Em 16 anos, apenas em 3 ocasiões (2006, 2007 e 2009) a inflação ficou próxima ao centro da meta. Desta forma, o espaço para acomodar choques é praticamente inexistente no nosso sistema de metas de inflação.

Em 2015, o sistema de metas de inflação atuou inequivocamente para jogar nossa economia no buraco. Atuando em duas frentes, a alta da Selic derrubou o nível de atividade e foi muito mais prejudicial às contas públicas do que o famigerado déficit primário. Apenas em 2015, o custo médio da dívida pública interna subiu de 11,44% para 14,24%.

O resultado para inflação? Um retumbante fracasso! A inflação ficou em 10,67%, 4 p.p. acima do teto da meta.

Desta forma, temos a incapacidade do Banco Central em determinar a banda de flutuação da inflação, mas cujos instrumentos levam à uma crise fiscal e a uma profunda recessão. Assim, as altas taxas de juros reais, as maiores do mundo, são o elemento chave para compreender a crise atual. Isto porque tanto reduzem diretamente os investimentos ao criar uma oportunidade de aplicação de recursos altamente lucrativa ao largo do sistema produtivo e ao estrangular fiscalmente o estado, levando a uma redução dos investimentos públicos.

Diante do colapso do nível de atividade, resta a equipe econômica duas alternativas: suavizar o tempo de ajuste do sistema de metas de inflação ou abandoná-lo completamente e fixar o câmbio como nova âncora.

Em ambos os casos, pode ser possível uma redução das taxas de juros e abrandamento do garrote fiscal, alongando o tempo de ajuste nas contas públicas.

No entanto, a âncora cambial tem a vantagem de traçar um cenário altamente lucrativo para as exportações e tranquilizar os investidores estrangeiros sobre seu retorno no Brasil.

Cabe lembrar que a situação é completamente diferente do que 1.999, pois somos credores internacionais líquidos com mais de US$ 370 bilhões em reservas e o câmbio desvalorizado vai incentivar as exportações, ao contrário do câmbio fixo e valorizado de 1.999.  

Os colapsos fiscais e da atividade econômica já estão no horizonte e exigirão mudanças no arcabouço de política econômica. Ao Governo, cabe apenas saber se dirigirá tais mudanças ou será tragado por elas.

Os dados do Banco Central apontam para uma recessão de 4,08% em 2015, a terceira maior da história. Como a economia derreteu ao longo do ano, se mantivermos os níveis de atividade do final de 2015 teremos uma recessão de 3,3% em 2016. Dois anos consecutivos de desempenho tão ruim na economia jamais foram registrados, mesmo após a crise de 1929.

Contudo, os dados de janeiro apontam para um aprofundamento na recessão. O consumo de energia elétrica caiu 7,9% na comparação com o mesmo mês no ano anterior. O tráfego de veículos pesados caiu 9,9% nesse período nas rodovias pedagiadas.

A seriedade da situação demonstra a insuficiência da ortodoxia malemolente do Ministro Nelson Barbosa, que patina em meio de um austericídio fiscal e uma política monetária anacrônica, com os maiores juros reais do mundo mesmo numa profunda recessão.

O agravamento da recessão mostra a urgência de repensarmos o sistema de metas de inflação, que dá sinais de exaustão há muito tempo.

O sistema de metas de inflação foi implantado em 1999 pelo economista Armínio Fraga, presidente do Banco Central na época, em substituição à âncora cambial. Naquele ano, devido a uma crise cambial de grandes proporções, o Banco Central não tinha mais a capacidade de fixar a taxa de câmbio que passou a flutuar conforme os desejos do mercado. Como referência para a economia, o Banco Central passou a determinar uma banda de flutuação para a inflação.

O sistema de metas de inflação nunca funcionou sem traumas. O próprio Armínio Fraga, considerado gênio pelo “Deus Mercado”, estourou o teto da meta por duas vezes, pagando a prenda de uma cartinha de explicações ao Ministro da Fazenda.

Foi apenas em 2004 que as bandas definidas pelo sistema de metas de inflação passaram a ser sistematicamente cumpridas. No entanto, o custo para tal cumprimento foi enorme, pois inflação abaixo do teto da meta só foi atingida mediante uma sistemática valorização cambial, que aniquilou nossa indústria, ou com o controle de preços administrados, que trouxe dificuldades ao caixa das estatais e do Tesouro.

Um dos problemas foi a fixação de uma taxa de 4,5% no centro da meta, que é muito abaixo da média histórica do sistema de metas de inflação de 7,28%. Em 16 anos, apenas em 3 ocasiões (2006, 2007 e 2009) a inflação ficou próxima ao centro da meta. Desta forma, o espaço para acomodar choques é praticamente inexistente no nosso sistema de metas de inflação.

Em 2015, o sistema de metas de inflação atuou inequivocamente para jogar nossa economia no buraco. Atuando em duas frentes, a alta da Selic derrubou o nível de atividade e foi muito mais prejudicial às contas públicas do que o famigerado déficit primário. Apenas em 2015, o custo médio da dívida pública interna subiu de 11,44% para 14,24%.

O resultado para inflação? Um retumbante fracasso! A inflação ficou em 10,67%, 4 p.p. acima do teto da meta.

Desta forma, temos a incapacidade do Banco Central em determinar a banda de flutuação da inflação, mas cujos instrumentos levam à uma crise fiscal e a uma profunda recessão. Assim, as altas taxas de juros reais, as maiores do mundo, são o elemento chave para compreender a crise atual. Isto porque tanto reduzem diretamente os investimentos ao criar uma oportunidade de aplicação de recursos altamente lucrativa ao largo do sistema produtivo e ao estrangular fiscalmente o estado, levando a uma redução dos investimentos públicos.

Diante do colapso do nível de atividade, resta a equipe econômica duas alternativas: suavizar o tempo de ajuste do sistema de metas de inflação ou abandoná-lo completamente e fixar o câmbio como nova âncora.

Em ambos os casos, pode ser possível uma redução das taxas de juros e abrandamento do garrote fiscal, alongando o tempo de ajuste nas contas públicas.

No entanto, a âncora cambial tem a vantagem de traçar um cenário altamente lucrativo para as exportações e tranquilizar os investidores estrangeiros sobre seu retorno no Brasil.

Cabe lembrar que a situação é completamente diferente do que 1.999, pois somos credores internacionais líquidos com mais de US$ 370 bilhões em reservas e o câmbio desvalorizado vai incentivar as exportações, ao contrário do câmbio fixo e valorizado de 1.999.  

Os colapsos fiscais e da atividade econômica já estão no horizonte e exigirão mudanças no arcabouço de política econômica. Ao Governo, cabe apenas saber se dirigirá tais mudanças ou será tragado por elas.

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Das previsões……

João Maurício Pimentel

18 de fevereiro de 2014 ·

Gente……. quando digo chama o Lula é…. chama o LULA!
Venezuela vai quebrar, Maduro não tem carisma.
Argentina já começou….. o $$ começou a fugir!
Dilma, hiper-carismática, vai resolver???
Eleição tá longe, muito…………….. longe!!!!

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