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Cassino Bovespa?

Não há nada que justifique a alta de hoje.

A Bolsa está no modo “cassino”.

Todo mundo tentando a SORTE!

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E não…. deixou. Petrobrás não tem rumo, hoje.

10 anos…a Globo deixa?

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E a Bolsa?

Em 2013, o Brasil era o terceiro colocado num ranking de 25 países na preferência para investimento. Em 2017, o Brasil ocupa a 16a posição no ranking – o estudo leva em conta os investimentos de 300 empresas multinacionais de todos os setores, com faturamento superior a US$ 500 milhões.

Para os investidores, as incertezas sobre o sucesso das reformas e o quadro político brasileiro são os principais obstáculos a quem quer investir no Brasil. Outro dado alarmante é a queda do investimento em relação ao PIB: em 2013, o percentual era de 20,9% do PIB, mas em 2016 foi de apenas 16,4% do PIB. Entre os Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), o país tem a menor porcentagem de investimentos em relação ao PIB.

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Quando cantei a bolsa em 45.000 pontos em dezembro é óbvio que já imaginava todo o desenrolar do novelo brasileiro.

Sim, a aposta foi forte, o índice Bovespa é muito concentrado em bancos, Vale e Petrobrás.

Mas mantenho a aposta.

Temer poderá até se manter no cargo, mas nosso custo será bastante alto.

E não quero falar de 2018, melhor deixar quieto.

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Só louco ou ignorante acredita no Brasil.

Crise mostrou Brasil nadando sem sunga, diz Stuhlberger; Verde zera ações brasileiras e vê juro menor.

Mas há ações especiais.

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Das guerras…

A vida de “gente grande” é um cadim diferente.

O mercado mundial é gigantesco. Ninguém entra nele assim de imediato, a coisa pode demorar década. Entrar  e permanecer é batalha diária. Sair dele, com apoio das “autoridades” nacionais, é muito fácil.

Reconquistar o mercado pode exigir tempo e muita diplomacia.

Não creio que as empresas nacionais consigam aguentar manter toda estrutura, o fluxo de caixa foi interrompido.

Os “gaps” serão gigantescos, os bancos não sustentarão. O BNDES, muito menos.

Construtoras e frigoríficos, creio, ambos setores foram condenados a sucumbir.

Por nós.

O Brasil não precisa de inimigos.

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O investidor estrangeiro…….

Os investidores estrangeiros retiraram do mercado acionário brasileiro R$ 2,363 bilhões nos primeiros 10 dias de março, segundo dados da BM&FBovespa. Esse movimento explica a queda do índice, de 1,7% em reais e 3,4% em dólares em março. No ano, o saldo dos estrangeiros ainda é positivo em R$ 4,521 bilhões, o que ajuda na alta de 8,8% do Ibovespa em reais e 12,4% em dólares em 2017.

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Está em 20.000 pontos, em dólar.

Hoje.

Capturar

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Li, na internet. Achei …. nada!

“Nos últimos anos, a Petrobras acumulou uma queda de praticamente 80%. Com isso, a empresa está valendo hoje no mercado apenas metade do seu valor patrimonial líquido.

Ou seja, se hipoteticamente ela vendesse todos os seus ativos (reservas de petróleo, plataformas, navios, prédios) e usasse esse dinheiro para pagar todos os seus débitos, sobraria 2 vezes mais dinheiro no caixa do que a empresa vale hoje no mercado.

Entretanto, não é à toa que o preço da ação está tão barato. O valor de uma ação na bolsa representa um “espelho” da perspectiva futura de desempenho da empresa. Algo que, atualmente, pesa bastante contra a Petrobras.

O alto custo e o risco da exploração do pré-sal, a queda no preço do petróleo, o elevado endividamento e os escandalos de corrupção, criaram um grande cenário de incertezas e um futuro bastante obscuro para a empresa, o que obviamente está refletido nos preços”.


A Petrobrás não acumulou queda NENHUMA, ao contrário.

Suas ações, sim.

Para um “futuro obscuro” os bancos internacionais ofereceram U$ 20 bilhões de créditos de longo prazo. A uma taxa inferior à Taxa Interna de Retorno. O “governo” declinou, prefere vender seus ativos.

Sabem nada, tais bancos!

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A CIA é uma Gestapo gigantesca.

janio de freitas

A última novidade americana de que temos notícia já não é uma Casa Branca manicomial, mas não foge à linhagem das contribuições psicopáticas à cada dia mais desatinada “civilização ocidental”. Além de penetrar à vontade nas comunicações telefônicas mundo afora, como aconteceu a conversas de Angela Merkel, Dilma Rousseff e outros governantes, e de entrar nos computadores alheios, o serviço de espionagem e sabotagem dos EUA – CIA – pode valer-se dos aparelhos domésticos de TV para captar e transmitir-lhe as conversas no respectivo ambiente. Sem palavras rastejantes, a CIA é uma Gestapo gigantesca, planetária, levada às últimas possibilidades de invasão das mentes e da vida humana.

 

Diante desse poder cibernético, o que pode o mundo, sua vítima, é repetir a divisão motivada pelo poder nuclear. De uma parte, os países que desviaram imensas fortunas para entrar no círculo atômico; de outra, os que se sujeitam à subalternidade ou preservam uma posição digna no mundo por meio de uma posição independente e estrategicamente habilidosa.

 

Michel Temer falou há pouco da importância reconhecida ao Brasil. Apenas três dias antes, o correspondente Henrique Gomes Batista transmitira as palavras do brasilianista Peter Hakim, presidente do Inter-American Dialogue: “Antes, toda vez que eu voltava do Brasil, as pessoas queriam saber o que o país estava fazendo, se havia novidades. Hoje o país perdeu a relevância”. A palavra “hoje” define o que era o “antes”.

 

No “antes”, talvez referente sobretudo ao plano interno, a estratégia e a política internacionais do Brasil foram fundamentais para as “novidades”. Mas foi também nele que isso começou a esvaziar-se, pelo plano secundário em que foi deixado por Dilma Rousseff. Sem reclamações internas. Primeiro, porque a imprensa/TV no Brasil faz jornalismo tipicamente periférico, repetidor de uns poucos (hoje em dia, pouquíssimos) temas do jornalismo internacional dos centros mundiais de decisão.

 

Além disso, porque interessar-se pela virada que a “política exterior ativa e altiva” introduziu, em seguida a um período caudatário dos ditames americanos até na política econômica, fortaleceria um governo e várias políticas indesejados pelo poder econômico. Por mais que estivesse beneficiado pela ação comercial incluída na nova política externa.

 

A África representou muito nessa política. Os Estados Unidos têm grande interesse na face africana voltada para o Atlântico Sul: ali está o petróleo alternativo para previsíveis problemas com sua fonte petrolífera na Arábia. Os americanos veem a África Ocidental como uma espécie de reserva sua não declarada. Mas a costa atlântica da África está voltada também para o Brasil. E em frente às jazidas e poços brasileiros, inclusive do pré-sal. A busca de relações profundas com essa África, importantes até para a soberania brasileira, levou a iniciativas que a Lava Jato entende como picaretagem. Na cooperação militar, a Marinha brasileira tem até presença expressiva na Namíbia.

 

Nessa política, as multinacionais brasileiras tinham um papel e uma fonte de ganho, com igual relevância. Sua atividade em quatro dos países africanos e em um sul-americano compõem os capítulos de um livro que, afinal e quase inexplicavelmente, moveu o jornalismo brasileiro para parte das iniciativas africanas do Brasil. É uma reportagem, rara no tema e ótima na realização, que proporciona também uma visão social e política, como um fundo que dá ao livro dimensão bem maior do que o indicado no título, “Euforia e Fracasso do Brasil Grande”. Jornalista de primeiro time, Fábio Zanini deu uma leitura agradável e informativa a um tema desprezado que vale a pena conhecer.

 

E quem quiser saber o que é diplomacia, e o que nela foi a ação que por certo tempo incluiu o Brasil nas decisões mundiais, as respostas estão dadas pelo ex-ministro Celso Amorim, em “Teerã, Ramalá e Doha — memórias da política externa ativa e altiva”. Livro ótimo, para hoje e para o futuro. Mas que dá certa nostalgia, no Brasil que “perdeu a relevância”.

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Um paraíso chamado Brasil.

Se tivesse a intenção de promover o crescimento, o governo precisaria superar suas limitações fiscais – a partir da tributação maior dos que têm rendimentos altos e quase não pagam impostos no Brasil – e promover um programa de investimentos públicos do Estado, que poderia “redinamizar a economia”. “Sem isso, não há qualquer perspectiva de retomada”, diz Laura Carvalho.

“A realidade mostra que não há interesse em investir. As empresas estão com capacidade ociosa extraordinária, e, portanto, não querem investir. Investimento de origem estrangeira também não tem vindo ao país, dada a situação de risco e de instabilidade política na qual vivemos”, avalia Mattoso.

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E a Bolsa voltou ao nível de novembro/2016.

Surpreso?

Eu?

Não.

Brasil tá estagnado, os bancos tem importante peso na Bovespa.

China puxou o ferro e repôs seu estoque.  O mercado americano puxou o petróleo.

O tal “shale oil” americano é viável aos U$ 50,00.

Os “gringos” devem estar felizes.

As reservas americanas de “oil shale” > diferente de “shale oil”, são gigantescas.

O custo e o meio ambiente, os inibidores.

http://www.investopedia.com/terms/s/shaleoil.asp

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