"É a maior bolha de bonds da história", diz bilionário Paul Singer.

Para um dos maiores gestores de hedge funds de Wall Street, o mercado está prestes a sofrer um grande colapso.

clip_image004

(Bloomberg)

SÃO PAULO – O cenário econômico global não está fácil, e a política adotada pelos bancos centrais ao redor do mundo pode estar levando a situação para um ambiente ainda mais obscuro. Em resumo, esta é a visão de Paul Singer, um dos maiores gestores de hedge funds de Wall Street, que alerta: é a “maior bolha de bonds” da história.

O resultado da medidas implementadas pelos banco centrais, como a compra de títulos corporativos e governamentais, tem sido preocupante. As autoridades têm feito de tudo para conseguir alavancar suas economias ainda vacilantes e acabar com um período de baixa inflação.

Como resultado, os rendimentos dos trilhões em títulos ao redor do mundo têm sido derrubados para o campo negativo, enquanto os bancos centrais compram dívidas e outros títulos em uma tentativa de reduzir os custos de empréstimos, empurrando para os investidores ativos mais arriscados como forma de estimular o crescimento econômico.

Em uma recente carta para clientes, Singer, do hedge fund Elliott Management Corporation, mostrou que seu fundo de US$ 28 bilhões acumulam ganhos de cerca de 6% até julho, o que se mostra um ótimo resultado dado que os principais fundos têm tido trabalho para entregar resultados consistentes. De acordo com dados da Hedge Fund Research, os hedge funds acumulam em média alta de 3% no ano até julho.

Singer diz a bolha de títulos poderia se provar financeiramente fatal para os investidores, que foram forçados a rumar para investimentos que considerem mais seguros. O gestor adverte que “o colapso final (ou série de colapsos) deste ambiente provavelmente será surpreendente, súbito, intenso, e grande”. O medo é que uma súbita mudança nas taxas, em um mercado bastante inchado, poderia deixar os investidores com grandes perdas.

Um relatório publicado pela Fitch no início do mês mostra que alguns dos US$ 11,5 trilhões em dívida pública estão tendo rendimentos negativos. O título de 10 anos do Tesouro americano tinha perdas de 1,53% na última quinta-feira (18), enquanto o principal bond alemão rendia 0,08% negativos.

O “pessoal” brinca com tua vida.

Gafisa
A Gafisa (GFSA3) teve a sua recomendação elevada pelo Bradesco BBI para outperform (desempenho acima da média do mercado). O analista Luiz Mauricio Garcia destaca que a ação deve começar a se destacar com os investidores à procura de ações que podem se beneficiar da recuperação econômica do Brasil. A Gafisa é uma boa opção nesse cenário guiada pelo setor voltado para renda mais baixa na construção civil, através da Tenda. O preço-alvo para os papéis é de R$ 3,00.

———

Teremos anos de trevas pela frente.

Por todos os motivos.

Dilma e Bovespa.

O Brasil, toda América Latina, encontra-se sob golpe.

Não, por favor, não seja ingênuo.

É fato.

E Dilma não é política, não se sustentará.

É honesta, mas não basta.

É como colocar uma pessoa absurdamente íntegra, inflexível, como gerente de um bordel.

Ou o bordel a demite ou quebra.

A Bovespa sofrerá.

Até o ponto em que manter ações seja melhor do que as outras opções.

Não, o Brasil não está mal, mas isto não importa.

 

Mantega deixou um monte de complicações!

Petrobras adere ao Refis para quitar dívidas tributárias de R$ 6 bilhões.

A Petrobras decidiu aderir ao Refis para quitar um contencioso tributário de R$ 6 bilhões, referente ao não recolhimento de Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) em remessas à sua subsidiária Petrobras International Finance Company para pagamento por importações de petróleo e derivados.

Em menos de um mês, é o segundo anúncio de quitação de dívidas tributárias, que vinham sendo questionadas pela estatal. Na semana passada, a companhia anunciou ter feito acordo para o pagamento de impostos atrasados, o que teve impacto negativo de R$ 3,9 bilhões em seu resultado.

Em nota distribuída nesta sexta-feira (14), a Petrobras diz que está reavaliando “o seu contencioso tributário federal, a fim de identificar eventuais processos passíveis de inclusão no Refis”.

A inclusão dos débitos no Refis, defende a companhia, garante a redução dos valores devidos, além de eliminar o risco de pagamento de juros e multas em caso de derrota em processos administrativos ou judiciais. No caso anunciado nesta sexta, companhia terá uma economia de 50%, com redução do valor do passivo para R$ 3 bilhões.

“O dispêndio total será de R$ 2,1 bilhões, sendo que R$ 1,26 bilhão decorrerá da conversão do depósito judicial em pagamento definitivo e o restante será quitado parceladamente, com desembolso de R$ 536 milhões em 2015 e R$ 333 milhões em 2016 e 2017”, informou a companhia.

O impacto negativo no balanço do terceiro trimestre de 2015 será de R$ 2 bilhões.

EUA dão permissão à Shell para exploração de petróleo no Ártico.

Ambientalistas prometem combater a decisão.

clip_image001

WASHINGTON – O governo dos Estados Unidos garantiu nesta segunda-feira à Royal Dutch Shell a permissão final para perfuração de poços em busca de petróleo e gás no Ártico pela primeira vez desde 2012.

Ambientalistas prometeram combater a decisão. Segundo eles, a atividade industrial irá prejudicar ursos polares, morsas, camadas de gelo e baleias já vulneráveis por causa do aquecimento do clima e derretimento do gelo marinho no verão.

O Departamento do Interior deu à Shell a licença final para a perfuração na área de petróleo no Mar de Chukchi, no norte do Alasca, depois que o navio Fennica, um quebra gelo que a empresa afreta e que carrega equipamentos de emergência para fechamento de poços, foi reparado após sofrer um corte em seu casco.

A permissão era aguardada, uma vez que departamento havia previamente aprovado o programa de exploração pela Shell, antes do Fennica bater em bancos de areia no sul do Alasca.

A empresa gastou cerca de US$ 7 bilhões na exploração do Ártico. Ela não explora o Ártico desde 2012, quando sofreu uma série de imprevistos na região, incluindo a perda do controle de uma plataforma imensa, da qual a Guarda Costeira resgatou 18 funcionários.

Para os grupos ambientalistas, as companhias de petróleo não demonstraram que são capazes de limpar um derrame de óleo em águas tomadas pelo gelo.

Curtis Smith, um porta-voz da Shell, disse que a companhia “está na expectativa de avaliar o que pode potencialmente se tornar uma base nacional de recursos energéticos”.

Houve algo …….

terça-feira, 11 de março de 2014.


MULTAS DA RECEITA À PETROBRAS EM TRÊS MESES SOMAM 8,7 BILHÕES DE REAIS.

A Petrobras recebeu cinco autuações da Receita Federal entre outubro de 2013 e janeiro deste ano que somam 8,77 bilhões de reais, conforme a estatal informou em prospecto preliminar enviado à Securities and Exchange Commission (SEC, o órgão regulador do mercado de capitais norte-americano) referente à emissão de bônus realizada na segunda-feira pela estatal. Em todas as multas, a Petrobras informa que apresentou recursos, ainda pendentes de julgamento. Não foi provisionado nenhum valor referente às autuações, pois a companhia alega acreditar que “as chances de perdas são possíveis, mas não prováveis”. Na lista de autuações, a primeira, de outubro de 2013, refere-se à multa de 2,35 bilhões de reais pelo não pagamento de imposto sobre operações Financeiras (IOF) por empréstimos entre companhias envolvendo Petrobras International Finance Company (PifCo), Braspetro e Braspetro Oil Company (BOC) em 2009. Em dezembro de 2013, houve mais duas autuações da Receita contra a estatal, sobre pagamentos pelo afretamento de plataformas em 2009, incluindo um montante de 2,35 bilhões de reais referente ao imposto de renda retido na fonte (IRRF) e outro, de 1,54 bilhão de reais, relacionado à contribuição de intervenção no domínio econômico (Cide). Novo auto de infração ocorreu em janeiro deste ano, no valor de 1,09 bilhão de reais, sobre o não pagamento de IRRF e contribuição social sobre o lucro líquido (CSLL) em 2009, derivados de lucros de subsidiárias no exterior. Também em janeiro último, a Receita aplicou auto de infração à estatal no valor de 1,44 bilhão de reais sobre o não pagamento de contribuições para a seguridade social devidas sobre benefícios dados a empregados e remuneração paga a prestadores de serviços médicos dos funcionários entre janeiro de 2009 e dezembro de 2011.

———–

O Jurídico da Petrobrás não é ineficiente!

Petrobrás não provisionou e sequer recorreu.

A VALE recorre até hoje, várias autuações!

Bilhões, muitos!

Estranho!

É…………………. tem o vídeo?

Monotrilho da Linha 15-Prata está cinco anos atrasado e R$ 4,8 bi acima do previsto.

Com apenas duas estações operando e sem previsão para a conclusão da obra, orçamento cresce inversamente ao investimento real, que ficou 60% abaixo do esperado entre 2011 e 2014.

bombardier.jpg

Veículo da Bombardier, ré no processo de formação de cartel e pagamento de propinas em contratos com governo de SP.

São Paulo – O monotrilho da Linha 15-Prata do Metrô paulista iniciou operação comercial na manhã de hoje (10), com tarifa de R$ 3,50 e horário de atendimento das 7h às 19h. No entanto, os passageiros podem utilizar somente 11% de todo o trajeto previsto. Apenas o trecho entre as estações Vila Prudente e Oratório, com 2,9 quilômetros de extensão, está pronto. Enquanto a obra avança lentamente, o orçamento triplicou. De 2009, quando foi anunciada pelo ex-governador paulista e hoje senador José Serra (PSDB), até agora, o orçamento foi revisto de R$ 2,3 bilhões para R$ 7,1 bilhões.

A obra está cinco anos atrasada. A previsão de entrega do primeiro trecho – com 11 estações entre Vila Prudente e São Mateus – era para 2010. O restante, mais sete estações até Cidade Tiradentes, no extremo leste da capital paulista, estava previsto para 2012. A previsão é de que a linha transporte 550 mil pessoas diariamente, quando concluída. Hoje chega, no máximo, a mil pessoas por dia.

Atualmente, as estações São Lucas, Camilo Haddad, Vila Tostói, Vila União, Jardim Planalto, Sapopemba, Fazenda da Juta e São Mateus estão previstas para 2017. De São Mateus até Iguatemi, a previsão é 2018. Porém, o trecho final – com mais seis estações – não tem previsão de entrega. Quando estiver concluída, a Linha 15-Prata deverá ter 26,6 quilômetros e 18 estações, integrando-se com a Linha 2-Verde, do Metrô, e a Linha 10-Turquesa, da CPTM.

Parte dos problemas se deve a um erro de planejamento. Foram “encontradas” galerias de água em locais onde seriam construídas parte das estações, o que demandou alterações no projeto. Mas os investimentos do governo Geraldo Alckmin (PSDB) na Linha-15 Prata também tem ficado abaixo do esperado, o que contribui para a lentidão na obra. O Plano Plurianual 2011-2014 previa investimentos de R$ 3,8 bilhões na obra. Mas somente R$ 1,5 bilhão foi aplicado – 60% menos.

prazos

Nesta linha do Metrô, até o início da operação comercial atrasou. Em março deste ano, a companhia informou que o formato inaugurado hoje seria iniciado em junho. Desde agosto do ano passado o sistema operava em testes. Primeiro das 10h às 15h, depois das 9h às 17h, sem cobrança de tarifa.

O sistema de monotrilho é criticado por especialistas em transporte por ter capacidade de transporte inferior à do Metrô comum. Enquanto este carrega até 50 mil pessoas por hora, os monotrilhos de grande capacidade carregam, em média, 30 mil, como o Chongqing, na China. Porém, o governo Alckmin e a Bombardier, empresa que fabrica os trens, afirmam que o monotrilho da Linha 15-Prata vai transportar até 48 mil passageiros por hora, tornando-o assim o maior do mundo. A velocidade máxima também é diferente: 100 km/h no Metrô; 80 km/h no monotrilho.

A Bombardier, fornecedora exclusiva dos veículos, é ré no processo de cartel e pagamento de propinas para vencer licitações no Metrô paulista. A denúncia feita em março deste ano pelo Ministério Público apura irregularidades nas contratações da empresa entre 2000 e 2007, período em que o estado foi governado por Mário Covas, Geraldo Alckmin e José Serra, todos do PSDB, além de Claudio Lembo, vice de Serra, à época no PFL (hoje, DEM).

Segundo o MP, as empresas envolvidas no esquema – Siemens, Alstom, Bombardier, Mitsui, Temoinsa, Tejofran, MPE, MGE, Ttrans e CAF – combinavam entre si quem venceria a licitação e os preços que cada uma apresentaria na concorrência da licitação, de forma a superfaturar os contratos em até 30%. O rombo estimado é de R$ 835 milhões, em contratos de R$ 2,7 bilhões, à época. O MP ainda investiga a participação de agentes públicos no esquema.